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The Red And The Black

A Chronicle Of The Nineteenth Century

de Stendhal
idioma: inglês
Editor: Oxford University Press, março de 2009 ‧
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In this vigorous and fast-moving novel of post-Napoleonic France, Julien Sorel's plans to reach the higher echelons of society through the priesthood are defelected by his realization that the attainment of happiness is of greater consequence than the pursuit of ambition. Subtitled `A Chronicle of 1830', Stendhal's depiction of a nation of smug hypocrites scandalized contemporary readers, who recognized themselves or their peers and felt uncomfortable with the energy, imagination, and sincerity of a hero so patently inspired by their lately deposed Emperor. Julien's restless energy is fully captured in this specially commissioned translation of one of the world's great novels.

The Red And The Black

A Chronicle Of The Nineteenth Century

de Stendhal

Propriedade Descrição
ISBN: 9780199539253
Editor: Oxford University Press
Data de Lançamento: março de 2009
Idioma: Inglês
Dimensões: 132 x 194 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 592
Tipo de produto: Livro
Coleção: Oxford World'S Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9780199539253

Sobre história

Pedro Lopes Adão

De entre todos os mestres literários, Stendhal, um francês notável, redigiu uma prosa que revista a história melhor que qualquer manual da atualidade

SOBRE O AUTOR

Stendhal

Stendhal era apenas um dos vários pseudónimos usados por Henri Beyle, escritor francês nascido no dia 23 de janeiro de 1783, em Grenoble. Tendo ficado órfão de mãe com apenas sete anos, Henri partiu para Paris em 1799 com o pretexto de se matricular na École Polytechnique mas, no fundo, a sua verdadeira intenção era fugir à disciplina paterna para se tornar um famoso dramaturgo. Seria, no entanto, pelos seus romances que Stendhal ficaria conhecido.
Três anos mais tarde, depois de uma passagem pelo exército de Napoleão que o levara até Itália, Stendhal encontra-se de novo em Paris, envolvido em vários projetos literários que nunca chegariam a ser concluídos. Nessa altura, a sua grande ambição era tornar-se um novo Moliére.
No ano de 1806, Henri Beyle foi nomeado comissário militar adjunto na cidade alemã de Brunswick, o que marcou o início de uma carreira que lhe permitiu conhecer a Alemanha, a Áustria e a Rússia.
Com a queda do Império Francês, em 1814, Henri decidiu instalar-se em Milão. A esta mudança para Itália corresponde a afirmação da carreira literária de Stendhal. As suas amizades políticas em Milão não eram bem vistas pelas forças ocupantes austríacas, tendo o escritor regressado a Paris no ano de 1821. Até 1830, a vida de Stendhal em Paris é marcada por uma intensa atividade social e intelectual. O aparecimento do seu "Racine et Shakespeare", em 1823, é considerado um dos primeiros manifestos do Romantismo em França.
Com a monarquia constitucional de Louis-Philippe, resultado da revolução de julho de 1830, Henri é nomeado cônsul no porto de Civitavecchia, nos Estados Papais. Isolado e longe da intensa vida parisiense, Stendhal encontra muitos obstáculos à sua escrita, tendo por isso dedicado o seu tempo a narrações de carácter autobiográfico. Nesta última fase da sua vida, Stendhal produziu alguns dos títulos mais importantes da sua obra. Quando morreu, no dia 23 de março de 1842, Stendhal estava de licença em Paris. Deixou-nos obras magníficas como "O Vermelho e o Negro" e "A Cartuxa de Parma" e uma série de fabulosos contos.

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