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The Picture Of Dorian Gray

Annotated Edition (Alma Classics Evergreens)

de Oscar Wilde
idioma: inglês
Editor: ALMA BOOKS LTD, agosto de 2014 ‧
9,45€
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Part of Alma Classics Evergreen series at GBP4.99. Oscar Wilde's only full-length novel, The Picture of Dorian Gray is a lasting gem of sophisticated wit and playfulness, which brings together all the best elements of his talent in a reinterpretation of the Faustian myth. This edition contains photographs and a wealth of extra material.

The Picture Of Dorian Gray

Annotated Edition (Alma Classics Evergreens)

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9781847493729
Editor: ALMA BOOKS LTD
Data de Lançamento: agosto de 2014
Idioma: Inglês
Dimensões: 129 x 196 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Coleção: Evergreens
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Romance
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9781847493729

5*

Diana

"The picture of Dorian Gray" de Oscar Wilde é uma obra-prima da literatura que explora os temas da beleza, hedonismo e corrupção. A exploração da tensão entre aparência e realidade, e a ideia de que a beleza externa não reflete necessariamente o caráter interior de uma pessoa, continua a ressoar nos leitores hoje em dia: "Nowadays people know the price of everything and the value of nothing". O estilo de escrita é eloquente e envolvente, com descrições vívidas que transportam o leitor para o mundo opulento da Inglaterra vitoriana. Os personagens são complexos e moralmente ambíguos, tornando a leitura instigante e provocativa. Não é de admirar que este livro ainda seja celebrado pelos leitores em todo o mundo.

Excelente leitura

Ricardo B.

Um dos melhores e mais aclamados clássicos da literatura inglesa. Mantém-se uma excelente leitura mesmo na atualidade. Recomendo plenamente a quem esteja à procura do próximo clássico para ler.

Imperdível

MF

Este livro, frustrante em partes devido às mentalidades da altura, consegue ser um clássico essencial de leitura, com mensagens importantes e sendo em si uma metáfora que devemos ter em conta na vida

Incrível

Beatriz Ferreira

Sem dúvida um dos melhores livros que já li! Uma história fascinante.

Recomendo

Isabel Pereira

Sem dúvida um dos meus livros preferidos. A escrita de Wilde, repleta de críticas à sociedade, leva o leitor a refletir sobre o que realmente importa na vida.

Incrível

Liliana Oliveira

É um livro incrivel, com uma história surpreende. Basil com o sei lado artistico, faz nos que pensar com as sua frases profundas e criticas à sociedade, é um livro bastante bom recomendo.

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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