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The Idiot

de Fyodor Dostoevsky
idioma: inglês
Editor: WORDSWORTH EDITIONS LTD, dezembro de 1996 ‧
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Translated by Constance Garnett, with an Introduction and Notes by Agnes Cardinal, Honorary Senior Lecturer in Comparative Literature at the University of Kent.

Prince Myshkin returns to Russia from an asylum in Switzerland. As he becomes embroiled in the frantic amatory and financial intrigues which centre around a cast of brilliantly realised characters and which ultimately lead to tragedy, he emerges as a unique combination of the Christian ideal of perfection and Dostoevsky’s own views, afflictions and manners. His serene selflessness is contrasted with the worldly qualities of every other character in the novel. Dostoevsky supplies a harsh indictment of the Russian ruling class of his day who have created a world which cannot accommodate the goodness of this idiot.

The Idiot

de Fyodor Dostoevsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9781853261756
Editor: WORDSWORTH EDITIONS LTD
Data de Lançamento: dezembro de 1996
Idioma: Inglês
Dimensões: 126 x 198 x 31 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 592
Tipo de produto: Livro
Coleção: Wordsworth Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Romance
EAN: 9781853261756

SOBRE O AUTOR

Fyodor Dostoevsky

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 - S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

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