Sua Excelência, de Corpo Presente
SINOPSE
E, como percebe tudo o que se passa à sua volta, e é muito difícil a um ditador deixar de o ser, Sua Excelência não só vai tecendo considerações sobre os presentes e os seus interesses políticos, como tenta adivinhar os seus pensamentos e maquinações. Pois, mesmo morto, não deixará a sua sucessão em mãos alheias, e nela tentará imiscuir-se através do seu espião-de-um-olho-só, que lhe é tão fiel na morte como era em vida.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722065634 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | setembro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 235 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 272 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722065634 |
OPINIÃO DOS LEITORES
O presidente, agora morto, CONTA A SUA HISTÓRIA
NOEMIA PERES
Narrativa surpreendente do ponto de vista de um morto no seu caixão. O presidente, agora morto, vai relatando a sua vida durante o tempo em que decorrem as cerimónias fúnebres. Política, amores, sentimentos, uma sociedade ... Termina de forma surpreendente e que nos faz pensar.
Admirável
João Manuel Vintém
Crítica mordaz ao Poder - mesmo que prolongado, sempre efémero. O autor recorre ao humor e à sátira para demonstrar, de forma incisiva, que muitas vezes os caminhos tortuosos dos bastidores da política - quando ao serviço dos próprios e não do bem comum - podem ir dar ao sítio mais imprevisto que se poderia esperar.
SUA EXCELÊNCIA, DE CORPO PRESENTE
Rui Pinto
Imagine um morto deitado no caixão, que consegue ver, escutar e pensar no que o rodeia durante o tempo em que decorrem as exéquias. Um livro de uma imaginação e originalidade extraordinárias que relata o que parece tratar-se decorrer também num país imaginário e de uma originalidade surpreendente. Ou não!... Recomendo.
Imaginação ou realidade
Orlando Sousa Santos
O presidente tem, em vida, um grande poder e é por todos respeitado, obedecido, idolatrado. Morreu e, mesmo deitado no caixão, ainda consegue analisar e comentar tudo o que se passa no seu velório: as visitas, os jogos do poder, as atitudes, as cumplicidades, a cobardia, a lamechice, o faz de conta para ficar bem ou o distanciamento que convém para abrir caminho às influências do novo poder que há-de chegar. É mais um grande livro de Pepetela sobre um país imaginário ...
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