S.O.S. Angola - Os Dias da Ponte Aérea
Editor:
Oficina do Livro, julho de 2024 ‧
ver detalhes do produto
12,72€
20% DESCONTO
IMEDIATO
TUVaUVFraFFOVlo2WlVreFpIVk1lamhOUnpsbWQzVkVNM013YlhWTlRHdG5WSFZqYW5seWMwNUVOVUZWS3pSU0wyTldlakZhVGtKVFRuUlVhamRYY21OcU5EUjVSblJIY1RZclRtdFlRMEZLVWxGTWIya3hka2d2VFVaUmFYRm9RelIzZW5jemJGUlZjRmhZTjI5WFlrSjBSbE0xVTFSVU1GaENia3hoYVM5UlExVnZRa3RoZVhGbmFETkZPR1F4ZGpkWU1XcEthVmhxS3pRMFFrWlFOMjQ1UTBoV2RVWTRUVFJEZHpoUk4zWlZhbEZ3YjB4cmJWWk9kMVZoUTNWeVZrRk1TVVF6Ym1aM01tNHphRmhwU2xKeEsybHdRazUzTDNGQ2IyOTFSREJDZUdKTVIyeEdWWGxDVlN0SVlpdDVabFpqUm1kS1dVdERZVmhqU21rclRtSXlRMFZQVmpoTGJXNWxOVUpqWkZCd2FVbzViMGRaYVRkWmVHdGlNMWhNYjJOb09HcG9LMUExUkVSclpEazJLM2gwVVZwNFIwRnlUQzlxTWxwd2FrNDBkRmxZY1hNcmJsSnZTVEFyVm5Wbk1tWkdUVFZzTlVvNFJHSkhlRFYyYm5KYUswNDNORmh3V0d4UmNEWmxZVGxFT0doV0wwcEpjMHdyT1RoRFdXWlZXRGcwTDNKUGNWazRUWGhKWmpkQ1lYWm5OSFZ5UVZScldVNVFlRVZ4YjBSMVozRjBla3RCVkdGNFYweDBSbGxNVnpjMFNtRjRabGh5V1hOVU0wdDZXamxwZDJ3d2NtWlhTVEUxUmpkc1lrcG5ObTgxV1ZKVmJUUkpXSFE0UWpsRU5tVkdlRFZWVXpWNmFUa3JWVUYyVWpOTFp6bHJVVFowVVZscU5GSlZSbWxEYzFCMmIxUjRNV0ZSTm1GeFluQkxabEV4U3pBMlJqZDViRVJSWm5wUUszaFBUR3RrZFc1VWNXMVNUbEJEZG5Rdk5EY3ZiMlZQT1ZoaFRWTnBWSFpJVFN0M1NHZ3hhMEV6Wmt0MlIzVk1kMjlZUXl0YVp6MDk6aGZhSlduYmhQcUx1NGJBMERBUzVMQT09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir.
Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade. Mas, graças a um homem com uma determinação imparável, quase 200 mil portugueses acabariam por chegar a Lisboa através da Ponte Aérea. Sem ele, muitos não teriam escapado com vida.
Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade. Mas, graças a um homem com uma determinação imparável, quase 200 mil portugueses acabariam por chegar a Lisboa através da Ponte Aérea. Sem ele, muitos não teriam escapado com vida.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895811304 |
| Editor: | Oficina do Livro |
| Data de Lançamento: | julho de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 156 x 239 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 256 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789895811304 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
20%Do 25 de Abril de 1974 ao 25 de Novembro de 1975Fronteira do Caos12,80€
16,00€portes grátis -
20%Olivença: Cidade de Fronteira5livros11,20€
14,00€portes grátis