Somos o Esquecimento que Seremos

de Hector Abad Faciolince
Editor: Quetzal Editores, setembro de 2010 ‧
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Reconstrução amorosa e paciente de uma personagem: a do médico Hector Abad Gómez que dedicou a sua vida - até ao dia em que foi assassinado em pleno centro de Medellín - à defesa da igualdade social e dos direitos humanos. É um livro cheio de sorrisos que canta o prazer de viver, mas também mostra a tristeza e a raiva causadas pela morte de um ser excepcional. Conjurar a figura de um pai é um desafio que percorre consagradas páginas da história e da literatura. Quem não se lembra das obras de Kafka, Philip Roth, Martin Amis ou V. S. Naipul? A partir de agora também será difícil esquecer este livro escrito com coragem e ternura.

«O que vou lendo de Héctor Abad vai sendo gravado por mim como migalhas de pão muito esféricas, polidas, para quando tiver de atravessar um grande bosque na noite.»
Manuel Rivas

«Um livro tremendo e necessário, de uma coragem e honestidade arrasadoras. Por vezes, perguntei-me como é que terá tido a valentia de o escrever.»
Javier Cercas, El País

«Um livro belo, autêntico e comovente.»
Rosa Montero

Somos o Esquecimento que Seremos

de Hector Abad Faciolince

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725649046
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: setembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 228 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Coleção: Américas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789725649046

Notável

Nélio Paulo

Um dos melhores livros que li no último ano. Um reflexão sobre o que somos, um exemplo de cidadania.

SOBRE O AUTOR

Hector Abad Faciolince

Héctor Abad Faciolince nasceu em Medellín, na Colômbia, em 1958. Nesta cidade, estudou Medicina, Filosofia e Jornalismo. Expulso da Universidade Pontifícia Boliviana devido a um artigo irreverente contra o papa, viajou para Itália, onde se licenciou em Literaturas Modernas, na Universidade de Turim. Iniciou aí uma longeva colaboração com a imprensa de vários países. Regressou à Colômbia em 1987. Nesse ano, após o assassínio do seu pai às mãos de paramilitares colombianos, foi alvo de ameaças de morte, decidindo refugiar-se novamente em Itália. Recebeu duas vezes, em 1998 e em 2006, o Prémio Nacional de Jornalismo Simón Bolívar (Colômbia). Além de ensaios, traduções e crítica literária, publicou, entre outros, os romances Tratado de culinaria para mujeres tristes, Basura (Prémio Casa de América de Narrativa Inovadora, Espanha), Angosta e Testamento involuntário. A sua obra-prima, Somos o esquecimento que seremos – publicada em 2006 e regressada às livrarias pela Alfaguara em 2023 - venceu o Prémio de Criação Literária da Casa da América Latina e o Prémio WOLA-Duke de Direitos Humanos; a passo que o filme baseado no livro, realizado por Fernando Trueba, foi galardoado com o prestigiado Prémio Goya para melhor filme ibero-americano e foi distinguido nos festivais de Cannes e San Sebastián. Salvo o meu coração, tudo está bem é o seu segundo romance na Alfaguara. A sua obra está traduzida em mais de uma dezena de línguas.

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