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Sémiotique Et Philosophie Du Langage (3e Édition)

de Umberto Eco
idioma: francês
Editor: PUF, maio de 2011 ‧
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Comment se guider dans le labyrinthe séculaire de la bibliothèque de Babel ? En travaillant à une reconstruction de la pensée sémiotique à partir de l'époque classique répond l'auteur, en partant à la recherche des contextes où une catégorie donnée est apparue pour la première fois.

Chapitre premier. — Signe et inférence. Mort du signe ?. Les signes d'une obstination. Intension et extension. Les solutions élusives. Les déconstructions du signe linguistique. Signes vs mots. Les stoïciens. Unification des théories et prédominance de la linguistique. Le modèle « instructionnel ». Codes forts et codes faibles. Abduction et invention de code. Les modes de production du signe. Le critère d'interprétance. Signe et sujet. Chapitre II. — Dictionnaire versus encyclopédie. Les signifiés du signifié. Le contenu. Pseudo-dictionnaire de chambre pour une langue de chambre. L'arbre de Porphyre. Les sémantiques en forme d'encyclopédie. Signifié et désignation rigide. Chapitre III. — Métaphore et sémiosis. Le noeud métaphorique. Pragmatique de la métaphore. Les définitions traditionnelles. Aristote, la synecdoque et l'arbre de Porphyre. Aristote, la métaphore à trois termes. Aristote, le schéma proportionnel. Proportion et condensation. Dictionnaire et encyclopédie. La fonction cognitive. Le fond sémiosique, le système du contenu. Les limites de la formalisation. Représentation componentielle et pragmatique du texte. Cinq règles. De la métaphore à l'interprétation symbolique. Chapitre IV. — Le mode symbolique. La forêt symbolique et la jungle lexicale. Approximations et exclusions. Le mode symbolique. Le mode symbolique « théologal » (et ses réincarnations). Le mode symbolique dans l'art. Symbole, métaphore, allégorie. Chapitre V. — La famille des codes. Un terme fétiche ?. Le code comme système. Le code comme corrélation. Les codes institutionnels. Le problème du code génétique. Code et représentation. Code et encyclopédie.

Sémiotique Et Philosophie Du Langage (3e Édition)

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9782130589259
Editor: PUF
Data de Lançamento: maio de 2011
Idioma: Francês
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Coleção: Quadrige
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782130589259

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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