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O Nome da Rosa

Edição especial com textos inéditos

de Umberto Eco; Tradução: Jorge Vaz de Carvalho

Livro eBook
editor: Gradiva, novembro de 2020
Edição com desenhos e apontamentos preparatórios do autor
Uma abadia medieval isolada. Uma comunidade de monges devastada por uma série de crimes. Um frade franciscano que investiga os mistérios de uma biblioteca inacessível.
Numa edição com desenhos e apontamentos preparatórios do autor, o romance que revelou o génio narrativo de Umberto Eco: traduzido em 60 países com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, O Nome da Rosa ganhou o prémio Strega em 1981 e inspirou um filme e uma série de televisão com grande êxito internacional.
«Os desenhos e as anotações manuscritas do futuro autor de O Nome da Rosa testemunham o trabalho preparatório minucioso antes da redacção do romance. São a confirmação efectiva do afirmado por Eco em Porquê ‘O Nome da Rosa’? (1983): «para contar uma história há que começar por construir um mundo, tanto quanto possível recheado até aos últimos pormenores». E o que nos conta, ou melhor, nos antecipa deste mundo o material aqui reproduzido? Em primeiro lugar a identidade, a fisionomia dos principais protagonistas, com o típico traço veloz e arguto do autor, que justificará a sua invenção ‘para saber que palavras colocar na sua boca’. Depois, alçados e plantas de abadias, castelos, labirintos, emanados da mente de um soit disant ‘medievalista em hibernação’, que entretanto se ocupou também de outras coisas.»
Mario Andreose

O Nome da Rosa

Edição especial com textos inéditos

de Umberto Eco; Tradução: Jorge Vaz de Carvalho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897850127
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: novembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 227 x 39 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897850127
e e e e e

crimes na abadia

Luís Manuel Oliveira Romariz

livro mais emblemático de Umberto Eco, a intriga e assassinio na abadia, cativa logo.

e e e e E

Um bom mistério

Fátima Linhares

Um excelente thriller medieval com um mistério que nos agarra.

e e e e e

Uma obra de várias camadas

Cátia Marques

Que obra extraordinária e que brilhante edição. Uma abadia na época medieval, uma sucessão de crimes, um frade franciscano ao estilo Sherlock da época e uma biblioteca proibida que é em si mesma um labirinto. Esta é uma obra que recomendo a qualquer apaixonado da época medieval e para quem gosta de leituras com várias camadas.

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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