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Romeu e Julieta

de William Shakespeare

editor: Relógio D'Água, agosto de 2013
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Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.

Romeu e Julieta

de William Shakespeare

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896413507
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: agosto de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 240 x 21 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Coleção: Projecto Shakespeare
Classificação temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco Livros em Português > Literatura > Romance Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789896413507
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Será que eles foram reais?

Filipa Carujo

O magnum opus de William Shakespeare é, talvez, Romeu e Julieta, uma peça que dividiu e ainda divide opiniões. Há aqueles que a veneram e os que nem tentam lê-la. Há críticos que a consideram a melhor peça de Shakespeare e outros a pior. Quanto a mim, o que me levou a ler a história foi o mistério que existe à volta dela. Parece que esta aclamada peça não é inteiramente da autoria de Shakespeare, embora a sua versão seja a mais conhecida. Masuccio Salernitano apresentou, inicialmente, um manuscrito que contava a história de Mariotto e Giannozza e, posteriormente, Luigi da Porto adaptou o enredo, introduzindo várias personagens e mudando o nome de Mariotto para Romeo e de Giannozza para Giulietta. Há ainda quem pense que a história pode ter sido real, pois há relatos da ocorrência de um drama parecido na cidade italiana de Verona, em 1303. Para além disso, as famílias Montéquio e Capuleto existiram na realidade. O que mais me despertou a atenção no meio do drama e da paixão que Romeu e Julieta vivem foi a história de ódio entre as famílias dos jovens. A rivalidade é quase palpável ao longo das páginas, deixando todos cegos – todos exceto Romeu e Julieta. Na verdade, sendo os mais jovens, decidem deixar todo o ódio para trás em prol de um grande amor. Outra coisa de que gostei bastante ao longo da história foi o uso da luz e da sombra em vários momentos da ação. Romeu e Julieta viam a luz um no outro e o contraste entre o claro e o escuro retratou perfeitamente o ódio e o amor – o ódio que as famílias Capuleto e Montéquio nutriam e o amor dos dois jovens, que afastava esse ódio. Tendo isto em conta, também percebemos uma certa ironia, pois, para além do amor de Romeu e Julieta representar a luz, eles só podiam vivê-lo nas sombras. Para terminar, posso apenas dizer que "Romeu e Julieta" me surpreendeu pela positiva. É uma história cheia de verdade, tendo em conta que retrata na perfeição a realidade dos nossos dias. Ainda hoje podemos encontrar por aí alguns Romeus e Julietas.

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Um clássico da literatura Universal !

Rebecca Ramires

: Romeu e Julieta é um clássico que até mesmo quem nunca leu o livro conhece a historia, mas a verdade é que quando lemos, as mulheres sem duvida se apaixonam por Romeu e os homens por Julieta, pois as suas falas românticas são de fazer derreter o coração de qualquer um . Eu recomendo a leitura pois esta é uma das obras mais belas e cheias de moral escrita por Shakespeare. Eu gostei muito deste livro pois a sua historia não mostra apenas o amor proibido entre Romeu e Julieta mas também a hipocrisia e as convenções sociais, os interesses económicos e a sede pelo poder. E para além da história maravilhosa este livro é uma edição linda e maravilhosa !

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Superou as minhas expectativas!

Liliana Alexandre

Pensei que seria um livro maçador, mas revelou-se o contrário. Leitura simples e acessível, uma ótima introdução para nos contextualizar antes da leitura e claro, uma incrível história de amor incondicional. Recomendo a quem quer conhecer melhor este clássico.

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Um Clássico!

Maria Neves

Excelente edição de um clássico. Só de olhar para o livro já ficamos com vontade de o ler de tão bonito que é. Excelente introdução que explica questões essenciais para a perceção da peça.

William Shakespeare

Poeta e dramaturgo inglês nascido em 1564, em Stratford-Upon-Avon, e falecido em 1616. O seu aniversário é comemorado a 23 de abril e sabe-se que foi batizado a 26 de abril de 1564. Stratford-Upon-Avon era então uma próspera cidade mercantil, uma das mais importantes do condado de Warwickshire. O seu pai, John Shakespeare, era um comerciante bem sucedido e membro do conselho municipal. A mãe, Mary Arden, pertencia a uma das mais notáveis famílias de Warwickshire. Shakespeare frequentou o liceu de Stratford, onde os filhos dos comerciantes da região aprendiam Grego e Latim e recebiam uma educação apropriada à classe média a que pertenciam. São conhecidos poucos factos da vida de Shakespeare entre a altura em que deixou o liceu e o seu aparecimento em Londres como ator e dramaturgo por volta de 1599. Em 1582 casou com Anne Hathaway, oito anos mais velha do que ele, e o casal teve três filhos: Suzanna (nascida em 1583), e os gémeos Hamnet e Judith (nascidos em 1585). A primeira referência a Shakespeare como ator e dramaturgo encontra-se em A Groatsworth of Wit (1592), um folheto autobiográfico da autoria do dramaturgo londrino Robert Greene, onde o escritor é acusado de plágio. Nesta altura Shakespeare era já conhecido em Londres, embora não se saiba com exatidão a data do seu aparecimento na capital. Em virtude do encerramento dos teatros londrinos entre 1592-94, Shakespeare compôs nessa época dois poemas narrativos: Venus and Adonis (publicado em 1593) e The Rape of Lucrece (publicado em 1594). No inverno de 1594 integrou a mais importante companhia de teatro isabelina, The Lord Chamberlain's Men, onde permaneceu até ao final da sua carreira. A companhia deveu à popularidade de Shakespeare o seu lugar privilegiado entre as restantes companhias de teatro até ao encerramento dos teatros pelo Parlamento inglês em 1642. Em 1598 foi inaugurado o Globe Theatre, o teatro da companhia a que Shakespeare se associara, construído pelo ator e empresário Richard Burbage no bairro de Southwark, na margem sul do Tamisa. Depois da ascensão ao trono de Jaime I (em 1603) a companhia The Lord Chamberlain's Men passou para a tutela real, e o seu nome foi alterado para The King's Men. A passagem de Shakespeare pelos palcos associa-se a breves desempenhos: Adam na peça As You Like It e o fantasma (Ghost) em Hamlet. Depois de ter comprado algumas propriedades em Strattford, Shakespeare retirou-se para a sua terra natal em 1610, mantendo todavia o contacto com Londres. O Globe Theatre foi destruído pelo fogo no dia 23 de junho de 1613, durante uma representação da peça Henry VIII. Além de uma coleção de sonetos e de alguns poemas épicos, Shakespeare escreveu exclusivamente para o teatro. As suas 37 peças dividem-se geralmente em três categorias: comédias, dramas históricos e tragédias. Entre os dramas históricos, género que primeiro cultivou, destacam-se Richard III (Ricardo III), Richard II (Ricardo II) e Henry IV (Henrique IV). Entre as suas comédias contam-se Love's Labour's Lost, The Comedy of Errors, The Taming of the Shrew, a comédia de intenção séria The Merchant of Venice (O Mercador de Veneza), As You Like It (Como Quiserem) e A Midsummer Night's Dream (Um Sonho de Uma Noite de Verão). A tragédia não é uma forma que pertença exclusivamente a um determinado período na evolução da obra de Shakespeare. Sob influência de Marlowe, a forma de tragédia já se encontrava nas peças que dramatizavam episódios da História inglesa. Em Romeo and Juliet (Romeu e Julieta) e Julius Caesar (Júlio César) Shakespeare combinou a perspetiva histórica com uma interpretação trágica dos conflitos humanos. O período em que Shakespeare escreveu as suas grandes tragédias iniciou-se com Hamlet, escrita entre 1600-1602, a que se seguiram Othelo, Macbeth, King Lear, Anthony and Cleopatra e Coriolanus, todas elas compostas entre 1601 e 1608. Na última fase da carreira de Shakespeare situam-se as peças de tom mais ligeiro: Cymbeline, The Winter's Tale e The Thempest. Parte das obras de Shakespeare foram publicadas durante a vida do autor, por vezes em edições pirateadas, mas só em 1623 apareceu a edição "Fólio", compilada por John Heminges e Henry Condell, dois atores que tinham trabalhado com Shakespeare. No século XVIII as peças foram publicadas por Alexander Pope (em 1725 e 1728) e Samuel Johnson (em 1765), mas só com o Romantismo se compreendeu a profundidade e extensão do génio de Shakespeare. No século XX reforçou-se a tendência para considerar a obra de Shakespeare integrada nos contextos dramáticos que a suscitaram.

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