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Romances Sans Paroles

de Paul Verlaine
idioma: francês
Editor: BELIN EDUCATION - GALLIMARD, agosto de 2008 ‧
4,83€
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c'est au printemps 1874, dans la prison de mons, en belgique, que paul verlaine reçoit les premiers exemplaires de romances sans paroles. le poète maudit vient de vivre des amours tumultueuses, des ruptures et des crises. sa poésie se libère des contraintes de la versification. entre confidences amoureuses et impressions de voyage, voici un recueil placé sous le signe de la musique oú se côtoient simplicité naïve et hardiesse virtuose.

Romances Sans Paroles

de Paul Verlaine

Propriedade Descrição
ISBN: 9782701148731
Editor: BELIN EDUCATION - GALLIMARD
Data de Lançamento: agosto de 2008
Idioma: Francês
Páginas: 95
Tipo de produto: Livro
Coleção: Classico College - Texte Integral Et Dossier
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Leituras orientadas
EAN: 9782701148731

SOBRE O AUTOR

Paul Verlaine

Paul-Marie Verlaine nasce na Lorena a 30 de março de 1844, filho de um militar. Em 1851 a sua família muda-se para Paris, onde Verlaine estudará até obter o bacharelato. No ano de 1862, inscreve-se na Faculdade de Direito, altura em que começa a frequentar os cafés e a beber regularmente. Em 1864 decide abandonar os estudos definitivamente, já depois da publicação do seu primeiro poema (1863), e torna-se funcionário da Câmara Municipal de Paris. O poeta troca correspondência e contacta com vários escritores e artistas da época, como por exemplo Victor Hugo, Charles Cros e Villiers.
Em 1870, casa com Mathilde Mauté de Fleurville, casamento que será perturbado quando, no ano seguinte, Verlaine conhece Rimbaud, com quem mantém estreita amizade com uma dimensão homossexual. Esta relação levará Mathilde a pedir a separação judicial em 1872, ano em que Verlaine embarca com Rimbaud para Londres. Este relacionamento acabará em 1875.
Entre 1875 e 1879 o poeta é alternadamente professor em Inglaterra e França, país para onde regressará definitivamente. Segue-se um período de escrita intensa, atribulado por dificuldades económicas e de saúde, numa sucessão de internamentos em vários hospitais. Morre a 8 de janeiro de 1896 de uma congestão pulmonar.
Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a «Poemas Saturnianos e Outros», afirma: «Ao lermos hoje os poemas de Verlaine, resta sobretudo a beleza da sua música soberana e misteriosamente evocadora das vertigens por vezes discretas — mas nem por isso menos cativantes — de um espírito vibrátil e sensível aos mais ínfimos acordes do ser — acordes harmoniosamente dissonantes, como os de qualquer poesia que não hesite em interrogar o doloroso enigma que se abriga nos mil fragmentos do real e lhes dá, a cada um deles, uma alma própria e insubstituível.»

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