Romanceiro Cigano e Poeta em Nova Iorque
SINOPSE
Em 1928, Federico García Lorca revoluciona a poesia ocidental com a publicação de Romanceiro Cigano, conjunto de histórias inspiradas na tradição oral carregadas de vitalidade e simbolismo. No ano seguinte, atravessa o Atlântico e assiste à rutura social e económica provocada pela grande depressão. Desta experiência emerge Poeta em Nova Iorque, uma denúncia catártica da desumanização e da alienação, onde a relação entre palavra e imagem assume uma expressão inexoravelmente pessimista.
Uma poesia ancorada nas mais universais contradições humanas que canta a vida, a morte, a liberdade e o desejo com singular intensidade.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897845154 |
| Editor: | Penguin Clássicos |
| Data de Lançamento: | novembro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 126 x 190 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 176 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789897845154 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Essencial
Tf
Obra absolutamente essencial para compreender um tempo, um autor e pensar toda a sociedade ocidental.
Poesia no seu Esplendor
Ana Gonçalves
A junção dos dois livros de poesia mais famosos do autor, o que permite apreciar as mudanças da escrita de Lorca. A poesia é intensa, carregada de histórias (sobretudo ciganas), abordando temas como a paixão, a traição e a morte. A leitura é acompanhada por textos de apoio que nos dão a conhecer o contexto em que os poemas foram escritos e referências religiosas (cristãs e muçulmanas) e culturais.
Como nas palavras de Lorca, a sua poesia representa o alfabeto da verdade Andaluza.
Cândida Ribeiro
Na poesia do Romanceiro Cigano vivem-se histórias, romances intemporais enraizados na cultura da Andaluzia, do legado árabe, da tradição do folclore, da tragédia da vida dos ciganos, mas este registo regional tem uma valência universal. E fá-lo com grande lirismo e por isso a sua poesia é essencialmente sonoridade, a musicalidade das palavras convida-nos à leitura em voz alta. Há toda uma linguagem que vem da natureza- o verde que te quero verde, a lua, o touro, o cavalo, o sangue e a conjugação das imagens simbolistas, das metáforas surrealistas e sempre a morte a atravessar o poeta granadino como a premonição da tragédia que lhe vai acontecer às mãos da Guarda Civil espanhola.
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