Quem Matou Palomino Molero?

de Mario Vargas Llosa
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, novembro de 2010 ‧
15,50€
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Pode um morto ser o personagem central de um romance? Se o tenente Silva e o guarda Lituma são personagens essenciais da investigação que procura desvendar o que se esconde por detrás da estranha morte de um jovem aviador, é sobre a figura do inocente Palomino que se desenvolve toda a trama.
Mario Vargas Llosa apresenta em Quem Matou Palomino Molero? um surpreendente e inesperado registo policial que prende o leitor tanto pela originalidade estilística como pelo próprio enredo arrebatador e imprevisível.

«- Filhusdumagrandessíssima - balbuciou Lituma, sentindo que ia vomitar. - Como te deixaram, franzino. O rapaz estava ao mesmo tempo enforcado e espetado numa velha alfarrobeira, em posição tão absurda que mais parecia um espantalho ou um Rei Momo escarranchado do que um cadáver.»

Quem Matou Palomino Molero?

de Mario Vargas Llosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722043878
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 236 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722043878

Vargas Llosa

Luís Bessa Monteiro

Livro de fácil leitura com a qualidade a que o autor já me habituou; é um autor do qual terei que ler todos os livros .

SOBRE O AUTOR

Mario Vargas Llosa

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Mario Vargas Llosa (1936-2025) nasceu em Arequipa, no Peru. Em 1959 abandona o seu país e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde faz provas de doutoramento, fixando-se de seguida em Paris. Sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de espanhol. Regressa ao Peru em 1964 e casa no ano seguinte com a sua prima Patrícia, com quem parte para a Europa em 1967, tendo vivido até 1974 na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona – após o que volta novamente ao Peru. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política. Depois de uma candidatura à presidência da República, fixou-se em Londres e, nos últimos anos, viveu entre Paris e Madrid, escrevendo romances e ensaios literários, percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Rómulo Gallegos (1967), o Príncipe das Astúrias (1986) ou o Cervantes (1994). Foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 2010. É um dos romancistas e ensaístas mais importantes da América Latina e um dos principais escritores da sua geração.

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