Psicopatas Portugueses

13 histórias de morte, perversão e horror

de Joana Amaral Dias
Livro eBook
Editor: Oficina do Livro, maio de 2019 ‧
«O primeiro trabalho clínico que reúne os protagonistas da criminologia portuguesa, uma viagem ao recôndito das suas mentes perversas, uma descida às suas doentes e pérfidas motivações. Psicopatas Portugueses é também um trabalho de Psicologia Forense e procura revelar o quanto o assassínio é complexo, um fenómeno intricado que ocorre no contexto de uma imensa multiplicidade de factores pessoais e culturais.»

Os casos: Luísa de Jesus (última condenada à morte em Portugal), Francisco Esperança (Monstro de Beja), o estripador de Lisboa, Francisco Leitão (Rei Ghob), etc.
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O que ler depois de A Criada?

É um livro sobre uma mulher que vê tudo pelo buraco da fechadura. Ninguém dá por ela, ela vê tudo. As pessoas invisíveis costumam ser as mais perigosas. Vamos lá ver mais perigo.

  O segredo da criada Bem, já agora, lê-se o livro seguinte. No início, tínhamos Millie, que todos os dias limpava a casa dos Winchester, lhes tratava da filha, lhes cozinhava as refeições. Vivia sozinha no sótão, era lá que comia e dormia depois de feitas as tarefas. Invisível naquela vida servil, ninguém perdia tempo a escrutinar-lhe o passado. Enfim, isto é um livro, por isso claro que a vida deu para o torto. No segundo volume, havia a esperança da redenção – de uma vida normal, enfim. Volvidos seis anos, Millie até achava que podia ter uma vida aborrecida – que vitória. E ali estava ela a trabalhar para outra família rica. Há sempre a ideia de que o dinheiro resolve os problemas, mas parece que quem o tem em quantidade acaba por arranjar na mesma maneira de estragar a vida. Agora, o novo patrão pedia-lhe que nunca entrasse no quarto de hóspedes, porque tinha lá a mulher muito doente. Sim, suspeito, também acho. Claro que ninguém quer fazer logo por perder o emprego, apesar do barulho do choro, da roupa com manchas de sangue, mas é evidente que, a dada altura, Millie lá teve mesmo de lhe bater à porta... COMPRO JÁ NA WOOK!






  A porta trancada Continuamos com a mesma autora, que, pelos vistos, adora portas fechadas. Dão logo vontade de rodar a maçaneta. Aqui, a coisa fica assustadora. Não apenas porque envolve mortes, mas também porque mete crianças. E eis então Nora, com os seus 11 anos, a tratar da sua vida, dos seus trabalhos para a escola, das suas brincadeiras, sem fazer a mínima ideia de que, na cave, o pai ia matando mulher atrás de mulher. Em sua defesa, é daquelas coisas que não passam pela cabeça de ninguém. Ora, um dia tranquilo deixou de ser tranquilo, com a polícia a bater-lhes à porta e com o pai a ir direitinho para a cadeia. Passaram os anos, as décadas, o homem continuava preso e Nora seguiu a sua vida. À sua volta, ninguém fazia ideia de que era filha de um assassino em série. E como a vida tem a mania de não conseguir estar quieta, num belo dia lá apareceu um novo cadáver... QUERO LER! Psicopatas portugueses Não há nada como um bom psicopata. A perversão alheia fascina e repugna no mesmo movimento. Prova disso é o sucesso da série Mentes Criminosas, para o qual muito contribuí como espectadora em série. Neste livro, Joana Amaral Dias conta as histórias de treze psicopatas portugueses, entrando-lhes na cabeça, atirando o horror a quem o lê. A análise é clínica, com a autora a tentar perceber se a ciência explica o que ia naquelas cabeças tresloucadas. Na de Luísa, por exemplo, que usou as mãos para asfixiar mais de trinta bebés. Na de um homem que assassinou e estripou três prostitutas em Lisboa. Na de um homem que matou, torturou e violou. Na de outro que tirou a vida à família toda. É tudo totalmente horrendo, e por isso merece ser lido, até para se perceber a que lugares macabros pode ir a ação humana. Ainda por cima, ao contrário dos livros anteriores, o horror engrandece-se por um facto muito simples: ser mesmo um facto, e não ficção. QUERO LER AGORA!

Psicopatas Portugueses

13 histórias de morte, perversão e horror

de Joana Amaral Dias

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897801341
Editor: Oficina do Livro
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 238 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
EAN: 9789897801341

Psicopatas portugueses - uma leitura dura

Margarida Silva

Uma leitura dura que nos faz pensar como é possível estes crimes acontecerem, crimes perpetrados por seres humanos noutros seres humanos. A Joana Amaral Dias faz uma boa análise psicológica e gostei da análise de cada crime. Não é uma leitura fácil e para pessoas sensíveis pois os detalhes são muito duros e fortes, ao pormenor.

As Gemeas de Auschwitz

Ermelinda

Muito aquém das expectactivas

Gostei!

Maria Teixeira

Algumas histórias já conhecia, sem tanto pormenor. Gostei bastante do livro!

Estudo relevante

António Dias

Para conhecer o futuro nada melhor que estudar e compreender o passado

Psicopatas portugueses

Sónia Pereira

É um livro interessante com histórias e testemunhos reais, alguns que não seriam do domínio publico. No entanto, inicio do livro não puxa muito à leitura, não está apelativo.

Muito bom

Maria Manuel Magalhães

Este não é um livro para estômagos sensíveis, nem para menores de 18 anos. Avaliando a temática e os pormenores macabros das diversas mortes que estes assassinos perpetraram faz com que seja um livro forte e brutal. No fim do livro fica ainda uma reflexão: Saldo final: 1 em cada 3 portugueses tem uma arma em casa. Recomendo a sua leitura.

Realista e elucidativo!!!

Maria José Ramos

Um livro arrepiante e ao mesmo tempo muito elucidativo quanto à mente dos psicopatas e de realidades que muitas vezes nos passam ao lado. Parabéns à autora, irei comprar os restantes livros com toda a certeza.

SOBRE O AUTOR

Joana Amaral Dias

Joana Amaral Dias é psicóloga clínica e criminóloga. Mestre em Psicologia do Desenvolvimento (Universidade de Coimbra), é doutorada em Psicologia Clínica e da Saúde (Universidade de Chicago e Universidade de Coimbra). Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia e tem várias pós-graduações, inclusivamente em Farmacologia pela Harvard Medical School, onde prossegue os seus estudos pós-doc. Dirige a Clínica Carlos Amaral Dias. Deu aulas em diferentes universidades portuguesas e estrangeiras, é autora de uma dezena de livros e presença regular na comunicação social portuguesa, como analista criminal e política. Cidadã de causas e voluntária em associações como a Liga Portuguesa contra o Cancro, foi deputada à Assembleia da República. Amante do teatro, do cinema e do desporto, entrou em várias peças e competições. É orgulhosa mãe de três filhos e apaixonada por Portugal.

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