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Portugal, Hoje

O Medo de Existir

de José Gil

editor: Relógio D'Água, agosto de 2007

Prémio Pen Clube Português 2004 (Ensaio)

"A mais profunda e conceptualmente elaborada reflexão sobre o destino de ser português (...) um ensaio breve mas altamente sugestivo, capaz de nos deslumbrar em cada página."
Eduardo Prado Coelho, In Mil Folhas (Público), 02 de Janeiro de 2005

"O conjunto propicia uma leitura fascinante, quer pelo brilho das abordagens, quer porque todas atentam em factos do dia a dia, escalpelizando-os de modo incomum. [...] 'Portugal Hoje - O Medo de Existir'. E de que é que se tem medo? - pergunta José Gil. Em vez de responder, ele cita um escritor italiano que há anos afirmava sobre Portugal: " Uma estranha semiótica rege este país. Um português pergunta a outro. 'Aonde vai neste fim-de-semana?' O outro responde: 'Fico por aqui.'" E o que significa 'por aqui' (ou 'por aí')? Significa - e é a vez de José Gil responder - 'um pequeno território de deambulação (física e mental), ao mesmo tempo invisivelmente enclausurado e internamente livre'. Livre é este livro. Pela lucidez do olhar e pela tão rara capacidade entre nós de filosofar sobre a espuma dos dias."
Rodrigues da Silva, JL

Portugal, Hoje

O Medo de Existir

de José Gil

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727089369
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: agosto de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 234 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789727089369
e e e e e

Já Muito se falou...

J. Ferreira

Aconselho a leitura, nao vou tecer críticas ou elogios. Há uma verdade intrinseca neste livro, há coisas que todos nós sabemos, uns nao o dizem, outros nao o sabem dizer, o autor deu voz a esses anseios e vozes escondidas, etc.

José Gil

Filósofo e pensador português nascido em 1939, em Lourenço Marques, Moçambique. Após completar o ensino secundário na capital moçambicana, em 1957 veio estudar para a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde se inscreveu no curso de Ciências Matemáticas. Contudo, logo no ano seguinte mudou-se para Paris, em França, onde prosseguiu os estudos em Matemática. No entanto, percebeu que a sua área preferida era a Filosofia e mudou de curso. Em 1968 concluiu a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras de Paris, na Universidade da Sorbonne. No ano seguinte fez o mestrado de Filosofia, com uma tese sobre a moral de Kant. Em 1982 concluiu o doutoramento com a tese Corpo, Espaço e Poder, editada em livro em 1988.
Entretanto, já desde 1965 era professor de Filosofia num liceu, funções que manteve até 1973, com passagens por Vincennes e pela Córsega. A partir dessa altura foi coordenador do Departamento de Psicanálise e Filosofia da Universidade de Paris VIII. Ao mesmo tempo fazia traduções de textos científicos para um organismo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Em 1976 José Gil regressou a Portugal para ser adjunto do Secretário de Estado do Ensino Superior e da Investigação Científica. Cinco anos mais tarde instalou-se definitivamente em Portugal quando passou a ser professor auxiliar convidado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Leccionou Estética e Filosofia Contemporânea. Paralelamente deu aulas no Colégio Internacional de Filosofia, de Paris, numa escola em Amesterdão, na Holanda, e na Universidade São Paulo, no Brasil. Orientou também vários seminários em Porto Alegre, no Brasil, e participou em congressos de Filosofia nos Estados Unidos da América. A partir de 1996 passou a dirigir a Colecção de Filosofia da editora Relógio D' Água.
Publicou diversos artigos e ensaios científicos em revistas e enciclopédias de todo o mundo, destacando-se nas suas preferências a reflexão sobre o corpo. Também elaborou alguns trabalhos sobre o poeta Fernando Pessoa.
Em 2004 publicou Portugal, Hoje. O Medo de Existir, a sua primeira obra escrita directamente em português, que rapidamente se tornou um sucesso de vendas. O livro fala do quotidiano de uma forma simples e acessível. Antes disso já tinha publicado diversas obras, sobre temas tão diversos como Salazar, Fernando Pessoa, a Córsega, o corpo ou O Principezinho, de Saint-Exupéry.
Em Janeiro de 2005 a conceituada revista francesa Le Nouvel Observateur integrou José Gil no grupo dos 25 grandes pensadores do mundo.

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