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Sou um efémero e não muito descontente cidadão de uma metrópole dita moderna [...].

Indiscutivelmente um dos maiores autores franceses e poetas de todos os tempos, Arthur Rimbaud legou-nos somente um único livro publicado em vida, Uma Temporada no Inferno (ou Uma Cerveja no Inferno, na tradução mítica de Mário Cesariny). Astro maior para o surrealismo, feito mago da poesia das gerações futuras, a sua obra poética (excetuando os versos em latim) é agora editada num único volume. Depois de um primeiro esforço feito em 2018 (edição agora renegada), das traduções individuais em 2022 e 2023, João Moita devolve-nos uma tradução irreconhecível e altamente meritória. Esta edição conta ainda com um prefácio de Fernando Pinto do Amaral e uma nota do tradutor.

Poesia

de Jean-Arthur Rimbaud

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-2411-0
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: setembro de 2025
Dimensões: 147 x 205 x 32 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 576
Tipo de produto: Livro
Coleção: Documenta Poetica
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972372411010
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Jean-Arthur Rimbaud

De seu nome completo, Jean-Nicolas-Arthur Rimbaud foi um poeta francês nascido a 20 de outubro de 1854 em Charleville, nas Ardenas. Frequentando a escola de província até aos quinze anos de idade, Rimbaud mostrou-se um aluno de capacidades excecionais mas indomáveis. Partindo sozinho, conseguiu chegar à Bélgica aos dezasseis, o que lhe valeu escolta policial até casa. Publicou nesse ano de 1870 o seu primeiro poema e, no seguinte, conhecendo Verlaine, desencaminhou-o para juntos chegarem a Londres e dar início a uma vida de álcool e ópio. Sumo viajante, deambulou mundo fora, aprendeu diversos idiomas e teve ofícios dos mais variados para sobreviver, como o tráfico de armas na Abissínia. Em fevereiro de 1891, em Marselha, começou a sentir fortes dores no joelho esquerdo. Foi-lhe diagnosticado um cancro e a perna teve de ser amputada. Após um período de alucinações e transes, Rimbaud acabou por falecer em Marselha a 10 de novembro de 1891.

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