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Pensamentos Sobre a Interpretação da Natureza

de Denis Diderot
Editor: Edições Humus, setembro de 2012 ‧
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A atividade filosófica é para Diderot uma atividade de intervenção, na qual se trata menos de fazer as contas ao cair da noite do que de estar sempre curioso das novidades e das alterações em curso, de acompanhá-las, encorajá-las e, numa certa medida, de participar na aventura. Com maior razão quando a aventura intelectual pode produzir efeitos de transformação generalizada muito para além da esfera onde tiveram origem. Os Pensamentos sobre a interpretação da natureza apresentam-se em primeiro lugar como um texto consagrado à atualidade científica. Diderot cita Buffon e Maupertuis, comenta e discute as suas proposições, interessa-se pela química, pela física, pela medicina, propõe uma reflexão sobre o método e os objetos da ciência experimental.

Pensamentos Sobre a Interpretação da Natureza

de Denis Diderot

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898549198
Editor: Edições Humus
Data de Lançamento: setembro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 164 x 227 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789898549198

SOBRE O AUTOR

Denis Diderot

Denis Diderot nasceu em Langres a 5 de outubro de 1713, tendo vindo a falecer em Paris a 31 de julho de 1784. Na qualidade de filósofo e escritor escreveu Carta Sobre os Cegos - para uso daqueles que vêem e A Enciclopédia (1750-72), considerada a sua obra maior, que, apesar da oposição da Igreja Católica e dos poderes estabelecidos, levou a cabo com empenho e entusiasmo. Publicou também algumas peças teatrais (de pouco êxito), destacando-se particularmente nos romances (seguindo as normas de alguns humoristas ingleses, em especial de Stern); A Religiosa, O Sobrinho de Rameau, Jacques, o Fatalista e o Seu Mestre. A ele se devem ainda numerosos artigos de crítica de arte. Diderot fez da literatura um ofício, nunca esquecendo, porém, a sua condição de filósofo. Preocupavam-no a natureza do homem, a sua condição, os seus problemas morais e o sentido do destino.

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