Pastoralia

de George Saunders; Tradução: Rogério Casanova

editor: Antígona
Nos seis contos reunidos em Pastoralia (2000), publicados originariamente na New Yorker, desfila uma galeria de vidas absurdas e humilhantes em busca de redenção. Encontramo-las em parques temáticos com faxes e homens das cavernas assalariados, numa genial sátira da rotina laboral (Pastoralia); no peculiar rescaldo de um seminário motivacional (Winky); em bairros sociais como Carvalho do Mar; ou em empregos desanimadores (A Infelicidade do Barbeiro). E seguimos o seu rasto nas glórias futuras imaginadas na infância (O Fim de FIRPO Neste Mundo) e nos trágicos dilemas da maturidade (As Cataratas). Em Pastoralia, George Saunders revela-nos um mundo onde as distopias já se concretizaram e cujas vítimas zelam pela sua perpetuação com passiva credulidade.

«Uma voz espantosamente afinada: graciosa, sombria, genuína e divertida.»
Thomas Pynchon

«Desde Twain que a América não produzia um autor satírico com tanta graça.»
Zadie Smith

«Uma sátira tão mordaz quanto emotiva sobre o presente.»
Isabel Lucas / Público

Pastoralia

de George Saunders; Tradução: Rogério Casanova

ISBN: 9789726082842
Editor: Antígona
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 209 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789726082842
e e e e E

O melhor de Sauders

F.C.

Histórias Magníficas de um dos melhores contadores de histórias do quotidiano Américano. Recomendo.

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Óptima tradução

Pedro Galvão

Contos muito imaginativos, diversificados, com uma tradução de se lhe tirar o chapéu. É como se Saunders tivesse escrito em português.

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Na paisagem imaginada quase possível

SMC

Estas curtas histórias de Saunders são preciosas. O autor cria uma série de personagens e contextos que fazem transparecer uma visão do caminho que seguimos enquanto humanidade. É esse o fio condutor: um mundo desligado, hedonista, socialmente hierarquizado. Não é a realidade mas podia ser. Ou assim será? Ou, em alguns casos, já é?

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Mestria à prova de bala

Fábio Lavos Martins

Em seis contos de extensão variável e universos absolutamente diversos, aquilo que torna as páginas coesas, é a mestria ímpar que George Saunders coloca ao serviço da sua criatividade. Com recursos linguísticos vastos, mas que utiliza com uma naturalidade tremenda, a incrível capacidade de Saunders decorre, inevitavelmente de um pensamento voraz, inquisitivo e irrefreável. O conto "pastoralia" , que abre e nomeia esta colectânea, tem tudo para ser seminal, do caracter profético das ideias ( tão próximas..) ao rigor formal da repetição das palavras como reforço das ideias de resignação, postura acrítica e seguidismo da sociedade contemporânea. Mas dificilimente diria tratar-se essa da melhor estória - "carvalho do mar" encontra Saunders a mostrar aos clássicos ( Shirley Jackson, Cortazar, Borges) de que fibra é feito; "Firpo" num alucinante, melancólico e negro delírio; e "cataratas" encontra personificado em Morse, a melhor de todas as personagens. Para guardar e reler, ao longo da vida

George Saunders

Valioso cronista dos absurdos da vida moderna, George Saunders (Texas, 1958) é professor de escrita criativa na Universidade de Syracuse, em Nova Iorque, e o seu inusitado percurso de vida levou-o de Chicago e Samatra à colaboração literária com a New Yorker nos anos 90. Inspirado pelo realismo sujo de Raymond Carver e pelas proezas estilísticas de Donald Barthelme, Saunders legou-nos as premiadas coletâneas de contos CivilWarLand in Bad Decline (1996), Pastoralia (2000), In Persuasion Nation (2006) e Dez de Dezembro (Ítaca, 2016), que lhe valeram elogios de David Foster Wallace, Zadie Smith e Thomas Pynchon. Soube na perfeição, e com um humor negro e incómodo, cruzar a literatura, o poderoso caos contemporâneo e uma crítica mordaz ao capitalismo e ao consumismo.

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