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Otros Colores

de Orhan Pamuk
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: LITERATURA RANDOM HOUSE, outubro de 2008 ‧
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Las obsesiones, los autores favoritos, el proceso de creación: las páginas más íntimas del Nobel de Literatura 2006. Otros colores es una especie de cajón desastre donde Orhan Pamuk guarda sus pertenencias más íntimas. Cosas insignificantes, manías personales, pero también reflexiones universales, fragmentos de su diario, fotografías y dibujos. Algunas de sus espléndidas páginas de crítica hablan de Dostoyevsky, Rusdhie o Highsmith; otras, de los problemas con su hija o de cómo renovarse el pasaporte. Todo un mundo rico y cambiante, como su amada ciudad de Estambul.

Otros Colores

de Orhan Pamuk

Propriedade Descrição
ISBN: 9788439721147
Editor: LITERATURA RANDOM HOUSE
Data de Lançamento: outubro de 2008
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 480
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788439721147

SOBRE O AUTOR

Orhan Pamuk

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2006

Orhan Pamuk nasceu a 7 de junho de 1952, em Istambul, no seio de família próspera da classe média turca. Formou-se em Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul e em Jornalismo na Universidade de Istambul, mas nunca exerceu nenhuma destas profissões. Entre 1985 e 1988 viveu nos Estados Unidos da América onde frequentou a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e também a Universidade do Iowa durante um curto período de tempo. Vive atualmente em Istambul.
No seu país natal, Pamuk é um reputado comentador, embora se defina principalmente como um autor de ficção sem compromissos políticos. Algumas das posições assumidas publicamente valeram-lhe o título de persona non grata para alguns dos seus compatriotas. Foi o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995. O próprio Pamuk foi perseguido pela justiça por "insulto aberto à nação turca" depois de ter afirmado, numa entrevista a um jornal suíço, que 30.000 Curdos e um milhão de Arménios foram mortos na Turquia. A queixa, que gerou protestos a nível internacional, acabou por ser retirada no início de 2006.

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