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Otros Colores eBook

de Orhan Pamuk
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: Random House, dezembro de 2011 ‧
12,99€
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Ebook para wook reader
Las obsesiones, los autores favoritos, el proceso de creación: las páginas más íntimas del Nobel de Literatura 2006. Otros colores es una especie de cajón desastre donde Orhan Pamuk guarda sus pertenencias más íntimas. Cosas insignificantes, manías personales, pero también reflexiones universales, fragmentos de su diario, fotografías y dibujos. Algunas de sus espléndidas páginas de crítica hablan de Dostoyevsky, Rusdhie o Highsmith; otras, de los problemas con su hija o de cómo renovarse el pasaporte. Todo un mundo rico y cambiante, como su amada ciudad de Estambul.

Otros Colores

de Orhan Pamuk

Propriedade Descrição
ISBN: 9788439725206
Editor: Random House
Data de Lançamento: dezembro de 2011
Idioma: Espanhol
Páginas: 496
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788439725206
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Orhan Pamuk

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2006

Orhan Pamuk nasceu a 7 de junho de 1952, em Istambul, no seio de família próspera da classe média turca. Formou-se em Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul e em Jornalismo na Universidade de Istambul, mas nunca exerceu nenhuma destas profissões. Entre 1985 e 1988 viveu nos Estados Unidos da América onde frequentou a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e também a Universidade do Iowa durante um curto período de tempo. Vive atualmente em Istambul.
No seu país natal, Pamuk é um reputado comentador, embora se defina principalmente como um autor de ficção sem compromissos políticos. Algumas das posições assumidas publicamente valeram-lhe o título de persona non grata para alguns dos seus compatriotas. Foi o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995. O próprio Pamuk foi perseguido pela justiça por "insulto aberto à nação turca" depois de ter afirmado, numa entrevista a um jornal suíço, que 30.000 Curdos e um milhão de Arménios foram mortos na Turquia. A queixa, que gerou protestos a nível internacional, acabou por ser retirada no início de 2006.

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