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Os Maias

Episódios da vida romântica

de Eça de Queirós
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, dezembro de 2017 ‧
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No âmbito da Coleção Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós, fica agora disponibilizado o título mais conhecido, celebrado e estudado do autor: Os Maias.

Correspondendo a um pedido do diretor do Diário de Portugal, o autor enceta uma narrativa prevista para inserção em folhetins neste periódico. Constatando a riqueza da trama e tendo em conta o seu sentido de exigência, o escritor suspende a publicação para se dedicar à escrita de um verdadeiro romance que irá atravessar um longo período de dez anos de trabalho até dar à estampa.

O romance conta-nos a história da família Maia, ao longo de três gerações representadas por Afonso, Pedro e Carlos da Maia e desenvolve-se basicamente em duas linhas de ação: a primeira em torno do amor incestuoso (inconsciente) entre Carlos da Maia e sua irmã desaparecida aquando da separação dos pais, e a segunda retrata a vida ociosa da burguesia Lisboeta da segunda metade do século XIX.

A presente edição crítica resulta do trabalho conjunto de dois investigadores, o responsável pela coleção (Professor Carlos Reis) e a coeditora Professora Maria do Rosário Cunha.

Os Maias

Episódios da vida romântica

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722725507
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: dezembro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 169 x 245 x 38 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 720
Tipo de produto: Livro
Coleção: Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9789722725507

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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