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O Corcunda por Amor | Tio Simplício | Falar Verdade a Mentir | O Conde de Novion

de Almeida Garrett
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, julho de 2025 ‧
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Este novo volume da edição crítica de Garrett compreende quatro peças de teatro de Garrett: duas comédias farsescas, de temática contemporânea, Tio Simplício e Falar Verdade a Mentir, levadas à cena, respetivamente, em 1844 e 1845, e publicadas em 1846; e outras duas obras cómicas, criadas em coautoria: O Corcunda por Amor, com Paulo Midosi, apresentada pela primeira vez em 1821, e O Conde de Novion, com Francisco Gomes de Amorim, levada ao palco do Teatro Dona Maria II em 1854.

Quatro obras que se cruzam e aproximam no mesmo traço fundamental: o humor.

O Corcunda por Amor | Tio Simplício | Falar Verdade a Mentir | O Conde de Novion

de Almeida Garrett

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722732734
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: julho de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 243 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 376
Tipo de produto: Livro
Coleção: Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722732734

SOBRE O AUTOR

Almeida Garrett

Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.

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