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Oficio

de Serguei Dovlatov
idioma: espanhol
Editor: FULGENCIO PIMENTEL S.L., setembro de 2017 ‧
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A finales de los años setenta, una «heroica francesa» logra sacar de la URSS, oculto en un microfilm, el germen de la novela que acabará siendo Oficio. Dovlátov retrata con su habitual socarronería la censura oficial del aparato soviético y la oficiosa de las decenas de editoriales y publicaciones que rechazan sistemáticamente sus escritos. Ante el veto para ejercer el deseado oficio de novelista, Dovlátov abraza con pasión el de periodista, primero en Tallin y, tras su emigración, en Nueva York, donde deja pasar los días tirado en un sofá y trata de poner en pie un semanario para judíos, mientras alcanza por fin reconocimiento internacional como literato. El escritor pasa revista, indulgente pero incisivo, conciso y atendiendo a la música de las palabras, a todo un abanico de personajes y situaciones aberrantes, tanto en Rusia como en su patria adoptiva, sin olvidarse jamás de hacer mofa de sí mismo, su mejor personaje.

Oficio

de Serguei Dovlatov

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416167746
Editor: FULGENCIO PIMENTEL S.L.
Data de Lançamento: setembro de 2017
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788416167746

SOBRE O AUTOR

Serguei Dovlatov

Serguei Dovlatov (1941-1990) sempre foi um escritor em terra estranha. No radar do KGB e impedido de publicar na Rússia (ao menos que não lhe tirassem «o direito inalienável ao fracasso», dizia), recebeu tantas cartas de rejeição de editoras como o número de garrafas de vodca que esvaziou. Depois de vários biscates, fixou-se como jornalista em Tallinn, cidade que viu o seu primeiro livro ser destruído. Em 1978, exilou-se em Nova Iorque, junto da filha e da ex-mulher, para onde as suas obras tinham já imigrado clandestinamente, em samizdat. Publicou vários livros nesse período – O Compromisso (1981), A Zona (1985) e A Mala (1986), entre outros –, bem como contos, na The New Yorker, com um humor cáustico e um estilo lacónico. Foi nos Estados Unidos que alcançou um público fiel, dirigiu o jornal Novyi Amerikanets e a sua voz chegou à Rússia, pelas ondas da rádio. Amigo de Iosif Brodski (que o achava «admirável, sobretudo por ter rejeitado a tradição trágica da literatura russa») e mestre do ceticismo irónico, tido por um dos autores russos mais populares do século XX, Dovlatov soube entender o absurdo da existência, numa simbiose perfeita entre ficção e biografia.

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