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La Maleta

de Serguei Dovlatov
idioma: espanhol
Editor: FULGENCIO PIMENTEL S.L., outubro de 2018 ‧
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El libro más celebrado de Serguéi Dovlátov se recrea en el escaso contenido de la maleta que lo acompañó en su exilio.Cada uno de los inútiles objetos que constituyeron su único patrimonio nos conduce a un lugar memorable de su biografía. Mago del estilo, Dovlátov entrega aquí lo más parecido a un canon de su escritura. Preciso, despojado e irónico, el resultado es un recorrido personalísimo por algunos avatares de su vida, tanto como un índice tragicómico del tejido espiritual, social y político de la URSS. La engañosa liviandad de su prosa, su disposición para reírse de sí mismo y su extraordinaria capacidad para el retrato humano han convertido a Serguéi Dovlátov en uno de los grandes maestros de las letras rusas de la segunda mitad del siglo xx.

La Maleta

de Serguei Dovlatov

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417617059
Editor: FULGENCIO PIMENTEL S.L.
Data de Lançamento: outubro de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788417617059

SOBRE O AUTOR

Serguei Dovlatov

Serguei Dovlatov (1941-1990) sempre foi um escritor em terra estranha. No radar do KGB e impedido de publicar na Rússia (ao menos que não lhe tirassem «o direito inalienável ao fracasso», dizia), recebeu tantas cartas de rejeição de editoras como o número de garrafas de vodca que esvaziou. Depois de vários biscates, fixou-se como jornalista em Tallinn, cidade que viu o seu primeiro livro ser destruído. Em 1978, exilou-se em Nova Iorque, junto da filha e da ex-mulher, para onde as suas obras tinham já imigrado clandestinamente, em samizdat. Publicou vários livros nesse período – O Compromisso (1981), A Zona (1985) e A Mala (1986), entre outros –, bem como contos, na The New Yorker, com um humor cáustico e um estilo lacónico. Foi nos Estados Unidos que alcançou um público fiel, dirigiu o jornal Novyi Amerikanets e a sua voz chegou à Rússia, pelas ondas da rádio. Amigo de Iosif Brodski (que o achava «admirável, sobretudo por ter rejeitado a tradição trágica da literatura russa») e mestre do ceticismo irónico, tido por um dos autores russos mais populares do século XX, Dovlatov soube entender o absurdo da existência, numa simbiose perfeita entre ficção e biografia.

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