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La Filial

de Serguei Dovlatov
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: FULGENCIO PIMENTEL, agosto de 2023 ‧
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En 1981, un simposio convoca en Los Ángeles a los agentes culturales de la emigración. Enviado para cubrir el evento, un escritor frustrado descansa en el hotel cuando alguien llama inesperadamente a la puerta: es su amor de juventud. Tan fértil como «Los nuestros», tan mordaz como «Oficio», tan personal como «Retiro», el último libro de Dovlátov antes de su prematura muerte reúne a la Rusia del exilio para hablarnos de amor. Y no de un amor cualquiera, sino del amor idiota, en caída libre, un amor inmortal y enemigo frente al que nos descubriremos peores y capitulando, y frente al que solo cabría oponer «una pizca de absurdo».

La Filial

de Serguei Dovlatov

Propriedade Descrição
ISBN: 9788419737052
Editor: FULGENCIO PIMENTEL
Data de Lançamento: agosto de 2023
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788419737052

SOBRE O AUTOR

Serguei Dovlatov

Serguei Dovlatov (1941-1990) sempre foi um escritor em terra estranha. No radar do KGB e impedido de publicar na Rússia (ao menos que não lhe tirassem «o direito inalienável ao fracasso», dizia), recebeu tantas cartas de rejeição de editoras como o número de garrafas de vodca que esvaziou. Depois de vários biscates, fixou-se como jornalista em Tallinn, cidade que viu o seu primeiro livro ser destruído. Em 1978, exilou-se em Nova Iorque, junto da filha e da ex-mulher, para onde as suas obras tinham já imigrado clandestinamente, em samizdat. Publicou vários livros nesse período – O Compromisso (1981), A Zona (1985) e A Mala (1986), entre outros –, bem como contos, na The New Yorker, com um humor cáustico e um estilo lacónico. Foi nos Estados Unidos que alcançou um público fiel, dirigiu o jornal Novyi Amerikanets e a sua voz chegou à Rússia, pelas ondas da rádio. Amigo de Iosif Brodski (que o achava «admirável, sobretudo por ter rejeitado a tradição trágica da literatura russa») e mestre do ceticismo irónico, tido por um dos autores russos mais populares do século XX, Dovlatov soube entender o absurdo da existência, numa simbiose perfeita entre ficção e biografia.

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