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Los Nuestros

de Serguei Dovlatov
idioma: espanhol
Editor: FULGENCIO PIMENTEL S.L., setembro de 2019 ‧
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«El hombre tiene al enemigo en casa», sanciona el autor emergente Dovlátov. Se arriesga así a penetrar en el misterio de sus orígenes, encadenando las crónicas de cuatro generaciones surcadas por una especie de verdad insistente y anómala. El autor gobierna a sus inolvidables personajes como ¡cambiantes¡ máscaras libertarias. La titanomaquia de los abuelos, judíos de Oriente y armenios del Cáucaso, cede ante la decadencia de hijos y nietos. Pero los vínculos de sangre no se rompen y atrapan al lector, que se siente en esta obra maestra, muy precisamente, como en casa.

Los Nuestros

de Serguei Dovlatov

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417617325
Editor: FULGENCIO PIMENTEL S.L.
Data de Lançamento: setembro de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788417617325

SOBRE O AUTOR

Serguei Dovlatov

Serguei Dovlatov (1941-1990) sempre foi um escritor em terra estranha. No radar do KGB e impedido de publicar na Rússia (ao menos que não lhe tirassem «o direito inalienável ao fracasso», dizia), recebeu tantas cartas de rejeição de editoras como o número de garrafas de vodca que esvaziou. Depois de vários biscates, fixou-se como jornalista em Tallinn, cidade que viu o seu primeiro livro ser destruído. Em 1978, exilou-se em Nova Iorque, junto da filha e da ex-mulher, para onde as suas obras tinham já imigrado clandestinamente, em samizdat. Publicou vários livros nesse período – O Compromisso (1981), A Zona (1985) e A Mala (1986), entre outros –, bem como contos, na The New Yorker, com um humor cáustico e um estilo lacónico. Foi nos Estados Unidos que alcançou um público fiel, dirigiu o jornal Novyi Amerikanets e a sua voz chegou à Rússia, pelas ondas da rádio. Amigo de Iosif Brodski (que o achava «admirável, sobretudo por ter rejeitado a tradição trágica da literatura russa») e mestre do ceticismo irónico, tido por um dos autores russos mais populares do século XX, Dovlatov soube entender o absurdo da existência, numa simbiose perfeita entre ficção e biografia.

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