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Obra Completa de Ricardo Reis

de Fernando Pessoa
Editor: Tinta da China, outubro de 2016 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
NOVO LIVRO DA COLECÇÃO PESSOA, DIRIGIDA POR JERÓNIMO PIZARRO, QUE ENCERRA A TRILOGIA DE OBRAS COMPLETAS DOS HETERÓNIMOS
-Toda a poesia e prosa de Ricardo Reis, o heterónimo classicista de Pessoa, reunidas pela primeira vez num só volume - Inclui vários textos inéditos - Mantém a ortografia original de Pessoa Este volume relaciona-se com as anteriores antologias, estabelecendo um diálogo com a obra de Caeiro, mestre de Reis, e com a obra de Campos, seu antagonista estético. Conclui-se assim a trilogia das obras completas dos principais heterónimos de Fernando Pessoa, permitindo, pela primeira vez em Portugal, ler as obras de Caeiro, Campos e Reis na íntegra. Desígnio que Fernando Pessoa já tinha manifestado em 1915. «Serei eu próprio toda uma literatura — (Alb. Caeiro — R. Reis — Alv. de Campos).» Jerónimo Pizarro, mundialmente reconhecido como o novo descobridor da obra de Pessoa, fez um trabalho inédito e irrepreensível nestes três volumes que ficarão como as obras de referência do grande poeta português.

Obra Completa de Ricardo Reis

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896713454
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 203 x 42 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 560
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896713454

Monumental

Ricardo Pereira Reis

Obrigatório para qualquer pessoano, a colecção da Tinta da China alia o cuidado gráfico ao rigor da organização antológica. Ter a poesia e a prosa de Ricardo Reis num só volume é uma mais-valia para qualquer leitor e coleccionador.

Outro lado de Fernando Pessoa

Angélica

Estou a descobrir Ricardo Reis e a gostar muito, não sendo o meu heterónimo de eleição, por o ver sempre muito ligado aos clássicos, li menos poemas e textos deste. Esta obra permite-me ver a maior abrangência da escrita estou a apreciar bastante o livro.

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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