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Obra Completa de Alberto Caeiro

de Fernando Pessoa
Editor: Tinta da China, abril de 2016 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
NOVO LIVRO DA COLECÇÃO PESSOA, DIRIGIDA POR JERÓNIMO PIZARRO.

Obra completa de Alberto Caeiro reunida pela primeira vez num só volume; inclui vários textos inéditos; mantém a ortografia original de Pessoa. Nascido em Lisboa, Caeiro foi um pastor que «viveu quasi toda a sua vida no campo» e que «não teve profissão nem educação quasi alguma». Ainda assim, Fernando Pessoa elevou-o à categoria de mestre de todos os heterónimos e de si mesmo. Mas que tipo de poeta é Caeiro: o mais natural ou o mais artificial que alguma vez existiu? O presente volume permite ler Alberto Caeiro e responder a esta e a outras perguntas. Para além de todos os seus livros de versos, inclui a versão integral do caderno de O Guardador de Rebanhos, repleto de correcções e alterações, assim como os textos que Pessoa projectou para a grande apresentação europeia de Caeiro em 1914.

Obra Completa de Alberto Caeiro

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896713065
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: abril de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 184 x 29 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 488
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896713065

Excelência

EM

Só por si, Fernando Pessoa é gigante. Reunir o obra de um dos seus maiores heterónimos é uma verdadeira jornada épica. Ainda assim, esta edição deve ser a melhor que vi até hoje. Um design simples, mas marcante, que oferece ao leitor a obra do mestre Caeiro! Recomendo

Excelente

Humberto

Excelente esta coleção. Brilhante poder ter toda a obra de Alberto Caeiro em apenas um livro. Organização muito bem conseguida. Recomendo.

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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