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Idade Média I

Bárbaros, Cristãos e Muçulmanos

de Umberto Eco; Tradução: Bonifácio Alves

Livro eBook
editor: Dom Quixote, novembro de 2011
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Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.

Idade Média I

Bárbaros, Cristãos e Muçulmanos

de Umberto Eco; Tradução: Bonifácio Alves

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722044790
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: novembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 170 x 243 x 49 mm
Páginas: 800
Tipo de produto: Livro
Coleção: Idade Média
Classificação temática: Livros em Português > História > História da Idade Média
EAN: 9789722044790
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Idade Iluminada

Rúben Gomes

O autor reune um conjunto de historiadores com o objetivo de desmistificar todo período que abrange a Idade Média. Para isso é dada igual importância não só às questões políticas e económica, mas também sobre a cultura que sobressaiu em resultado das diversas interacções do continente euro-asiático, englobando também o legado muçulmano importantíssimo para romper com a ignorância dos homens sobre o mundo que os rodeava.

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História Medieval

M. A.

Um excelente estudo da Idade Medieval, numa perspectiva europeia, e não só, por um dos grandes historiadores da atualidade.

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Idade Média - Vol. I - Umberto Eco

Gabriela Almeida

Com a imensa curiosidade que sempre tive em saber algo mais sobre o denominado "Período das Trevas", este é, sem dúvida, um excelente livro para esquecer expressão tão injusta. Os aspectos políticos, sociais e religiosos, mas também o quotidiano desse período, são abordados de forma concisa e muito interessante, pelo que não posso deixar de recomendar a sua leitura.

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A Crónica da Idade Média

Rui Proença Martins

Esta é uma edição notável de um dos maiores medievalistas europeus - Umberto Eco. É uma obra de consulta e de leitura fácil, em que a sistematização dos temas é realizada de forma clara e estruturalmente correta. Indispensável para quem se interessa por este período fundamental da construção da Europa conforme a conhecemos hoje, cujas fundações se alicerçaram sobre as ruínas do império romano do ocidente.

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Idade Média 1

Edilson Alves de Souza

O livro contém um conjunto de imbricadas informações que nos conduzem ao certo destino da Idade Média, É, sem dúvida, bastante rico. No entanto, em algumas temáticas foi bastante superficial, tendo em vista que, certos assuntos perdem sua integridade quando são tratados de maneira condensada. Por outro lado, para quem deseja introduzir-se no mundo medieval nos mais variados aspectos (político, social, econômico, religioso, etc.) Idade Média 1, de Umberto Eco, é uma ótima opção,

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Umberto Eco? 2

Luís da Silva Lúcio

Agora que concluí, melhor, que abandonei, a leitura desta obra, o desapontamento é enorme, pois um livro que eu previa rigoroso, informativo, apaixonante, é uma amálgama desconexa de textos de medievalistas italianos, que se repetem ad aeternum e que vogam para trás e para diante de forma desgarrada, sem conseguirem estabelecer uma continuidade temporal em relação aos temas que abordam. Não sendo propriamente uma obra a preço de saldo e estando vedada a sua consulta pré-aquisição na maior parte das livrarias físicas, sou obrigado a reconhecer que me enganei na escolha e que não o posso recomendar a ninguém.

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Umberto Eco?

Luís da Silva Lúcio

O nome de Umberto Eco atrai à partida uma franja muito mais larga de público do que a que este livro por si só atrairia. Encontramo-nos porém perante um conjunto de textos de medievalistas italianos, prefaciado pelo autor de "O Nome da Rosa", interessantes e ricos é certo, mas nem sempre bem articulados entre si, pelo que a obra se torna repetitiva, perdendo o fio condutor ao andar constantemente atrás e adiante.Penso seriamente se valerá a pena adquirir os restantes volumes.

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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