O Nome da Rosa

de Umberto Eco
Editor: Gradiva, novembro de 2011 ‧
Esta nova tradução portuguesa de O Nome da Rosa é a primeira edição mundial da versão revista pelo autor. Uma nova tradução, admirável, do Professor Jorge Vaz de Carvalho que acaba de ser galardoado com o Prémio PEN Clube Português 2010 na categoria de ensaio, com a obra Jorge de Sena: "Sinais de Fogo" como Romance de Formação.

O Nome da Rosa

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896164546
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: novembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 232 x 36 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 616
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896164546

Incrivel

Rosa Barata

É um livro que suscita curiosidade do leitor

Leitura recomendada

Carla Medroa

Leitura bastante interessante, para quem gosta de historias que retratam a época em que a igreja impunha as suas regras e era extremamente rigorosa a ponto de punir violentamente quem não as seguisse. No inicio talvez a leitura se torne um pouco aborrecida , pois o autor descreve ao pormenor todos os detalhes do espaço onde se passa a historia. Recomendo a sua leitura.

Um dos melhores romances de sempre do género

Emílio Miranda

Uma das melhores obras de sempre no género do romance histórico. Obra imortal, para ler e reler. A obra que consagrou Umberto Eco e que é uma das melhores viagens à época medieval e ao interior de um mosteiro beneditino. A importância do conhecimento numa época de trevas.

Interessante

António Proença

Livro que retrata algumas vivências naquela época com especial atenção ao clero e aos seus mistérios. Autor tem uma forma de escrita que nos leva a querer ler continuamente, uma boa leitura.

Uma grande obra literária

Otília Vilela

Este livro torna-se extremamente interessante e dá-nos a perceção de dois tempos hostóricos difere tes: o medieval e o renascentista, que se antagonizam entre si de modo à evoloção do espírito crítico humano sem fronteiras a fim de proporcionar a sociedade moderna que hoje conhecemos com todos os seus aspetos positivos e negativos.

Fascinante

Zaramago

Um dos livros mais complexos que já li. O autor revela um profundo conhecimento das questões ligadas ao clero medieval (atual?), das várias ramificações existentes entre doutrinas cristã e pagã e toda uma série de questões filosóficas que vão muito além da religião. O enredo cria tensão e há um misto de mistério e suspense que agarra o leitor mesmo nas partes mais 'paradas' da ação em que há grandes e profundas dissertações e diálogos filosóficos (alguns bastante difíceis de absorver de tão completos). Dei por mim a consultar variadíssimas vezes o dicionário, pois o vocabulário é vasto e riquíssimo. Uma obra que não se apreende totalmente na primeira leitura tal a vastidão de matéria prima disponível. Um trabalho de excelência.

Inquietante

Sandra Santos Lemos

Depois de já ter visto inúmeras vezes o filme, ao comprar o livro receei, tal como já me aconteceu com outros livros, que a leitura não me despertasse qualquer interesse. Este livro provou-me o contrário página a página. Inquietante até ao final!

Recomendado

Rafaela Silva

Está presente em toda a história uma atmosfera de mistério que, em conjunto com descrições da vida do clero e das grandes questões religiosas da época medieval, torna a leitura de O Nome da Rosa verdadeiramente interessante e absorvente.

Soberbo

Alexandrina Andrade

A primeira vez que ouvi falar no "O Nome da Rosa", frequentava o ensino secundário e fiquei fascinada com as palavras do professor. Vi e revi o filme alguns anos mais tarde, que para mim é um verdadeiro tesouro. Finalmente surgiu a oportunidade de o ler e mais uma vez fiquei deslumbrada, inqueita ... tudo o que um livro nos deve provocar. Recomendo vivamente pois este é daqueles livros "imortais".

Fantástico

LBotelho

Umberto Eco faz uso de todo o seu conhecimento acerca da cultura e filosofia medieval e, juntamente com a sua mestria, cria uma verdadeira obra prima.

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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