O Filho do Carpinteiro
poemas escolhidos
SINOPSE
A.E. Housman dizia de si próprio: «Não sou poeta. Considero-me um classicista que escreve ocasionalmente uns versos.» Contudo, esta sua modéstia não impediu que fosse admirado pelos maiores poetas do século XX, como T.S. Eliot, W.H. Auden ou Philip Larkin. A sua importância e influência foi sendo reconhecida, mas a sua obra carecia de uma antologia em língua portuguesa. O Filho do Carpinteiro, traduzido por Hugo Miguel Santos, é a apresentação necessária ao reconhecimento deste poeta.
XII
UM EPITÁFIO
Pára, se quiseres, ó transeunte:
A noite aproxima-se; de nada vale falar.
Já não suspiro, não coro, não enlaço o rosto,
Já nem me atormenta o mal que Deus me fez.
Aqui, neste bálsamo para tantas febres achadas,
Febres de um mal antigo, durmo para sempre.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-37-2438-7 |
| Editor: | Assírio & Alvim |
| Data de Lançamento: | maio de 2025 |
| Dimensões: | 147 x 205 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 168 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Documenta Poetica |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 978972372438710 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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