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O Filho do Carpinteiro

poemas escolhidos

de A.E. Housman
Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, maio de 2025 ‧
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A.E. Housman dizia de si próprio: «Não sou poeta. Considero-me um classicista que escreve ocasionalmente uns versos.» Contudo, esta sua modéstia não impediu que fosse admirado pelos maiores poetas do século XX, como T.S. Eliot, W.H. Auden ou Philip Larkin. A sua importância e influência foi sendo reconhecida, mas a sua obra carecia de uma antologia em língua portuguesa. O Filho do Carpinteiro, traduzido por Hugo Miguel Santos, é a apresentação necessária ao reconhecimento deste poeta.


XII

UM EPITÁFIO


Pára, se quiseres, ó transeunte:

A noite aproxima-se; de nada vale falar.

Já não suspiro, não coro, não enlaço o rosto,

Já nem me atormenta o mal que Deus me fez.

Aqui, neste bálsamo para tantas febres achadas,

Febres de um mal antigo, durmo para sempre.

O Filho do Carpinteiro

poemas escolhidos

de A.E. Housman

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-2438-7
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: maio de 2025
Dimensões: 147 x 205 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Documenta Poetica
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972372438710
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

A.E. Housman

Poeta e estudioso inglês, Alfred Edward Housman nasceu em 1859, em Fockbury, no Worcestershire. Filho mais velho de sete irmãos, entrou para a escola aos onze anos, em Bromsgrove, onde veio a ganhar uma bolsa de estudos para o St. John's College, em Oxford, no ano de 1888. Em 1892, e com fundamento nos estudos clássicos editados em publicações da especialidade, Housman foi nomeado professor de Latim na University College de Londres. Em 1896 publicou o seu primeiro livro, Um Rapaz de Shropshire, recolha de versos nostálgicos que obteve uma popularidade duradoura. Em 1911 assegurou o muito cobiçado cargo de professor de Latim na Universidade de Cambridge, e em 1922 publicou Últimos Poemas. Tendo-se mudado para o Trinity College, aí permaneceu até à data da sua morte, a 30 de abril de 1936.

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