O Egipto

de Eça de Queiroz
Editor: Feitoria dos Livros, junho de 2015 ‧
16,00€
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro
Nesta viagem inaugural da abertura do Canal do Suez - Eça de Queiroz com o poderoso sentido de observação que o caracterizou, aguçado pela novidade mítica do Oriente (...) iniciou na sua carreira literária uma imediata revolução que o faz passar da prosa lírica dos primeiros folhetins, (...) para uma visão mais concreta da realidade. Esta viagem inclui além do Egipto e Terra Santa, o Líbano e a Síria (...) matéria com particular incidência para as suas obras futuras, de que destacamos A Relíquia e Correspondência de Fradique Mendes.

O Egipto

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898307392
Editor: Feitoria dos Livros
Data de Lançamento: junho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 225 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898307392

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU