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O Egipto e outros Textos sobre o Médio Oriente

de Eça de Queiroz
Editor: Relógio D'Água, novembro de 2016 ‧
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«A 23 de Outubro de 1869, [Eça de Queiroz] com o seu amigo, o conde de Resende, partia, em grande estilo, rumo a Alexandria. Em Gibraltar, tomaram o paquete inglês Delly, da rota da Índia. A 5 de Novembro, estavam em Alexandria e dois dias depois chegavam ao Cairo. Regiamente instalados no Hotel Shepheard’s, visitaram os monumentos da praxe. Do Prefácio

O Egipto e outros Textos sobre o Médio Oriente

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896416058
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: novembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 131 x 200 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Coleção: Viagens
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789896416058

O Eça no papel de um grande viajante

Ana A.

Este livro de Eça de Queirós leva-nos em viagem pelo Oriente, tão em voga no século XIX. O espírito crítico de Eça e o seu estilo nunca deixam o leitor indiferente, nem igual ao que era antes de o ler.

Os Ingleses no Egipto

Luis Isidro

A descrição da viagem na primeira parte do livro é interessante mas é na última parte do livro que está toda a mestria do Eça. (o artigo publicado na imprensa sobre os Ingleses no Egipto)

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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