O Crime do Padre Amaro

de Eça de Queirós
Editor: Book Cover Editora, dezembro de 2022 ‧
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Esta obra polémica, que gerou fortes protestos por parte da Igreja Católica portuguesa, foi publicada em 1875 marcando o início do Realismo em Portugal. O crime do Padre Amaro tem como tema a corrupção moral dos membros do clero e a sua influência sobre a vida provinciana típica do interior de Portugal no século XIX.
O enredo centra-se sobretudo no romance proibido entre padre Amaro, recém-chegado à cidade de Leiria, e a jovem Amélia, filha da dona da pensão que o acolhe.

O Crime do Padre Amaro

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899067721
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: dezembro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 213 x 38 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 488
Tipo de produto: Livro
Coleção: Essenciais da Literatura Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899067721

Um clássico de grande valor.

ANTÓNIO SOUSA

Após ver a série televisiva, fiquei com vontade de ler o livro.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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