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A Ruiva

de Fialho de Almeida
Editor: Book Cover Editora, dezembro de 2022 ‧
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A Ruiva de Fialho de Almeida, começa por retratar a infância pobre e solitária de Carolina, filha do coveiro, e o seu contacto com os mortos no Cemitério dos Prazeres. A obra reflete igualmente para a história de João, interesse romântico de Carolina, descrevendo a violência doméstica e alcoolismo presente na sua família. Com A Ruiva, Fialho de Almeida centraliza-se no tema de "as causas prováveis da grande desmoralização atual" através de uma descrição minuciosa dos bairros pobres, cemitérios e hospitais, que são para ele os lugares onde mais se encontram a dor e o sofrimento humano.

A Ruiva

de Fialho de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899067813
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: dezembro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 217 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Coleção: Essenciais da Literatura Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899067813

Um conto macabro

J.S.

Este texto, de Fialho de Almeida, conta a história da "ruiva", a filha do coveiro, que tem desejos necrófilos. Um naturalismo ao mais alto nível, tocando o grotesco. A edição é muito baratinha,mas de grande qualidade. Recomendo vivamente a leitura!

SOBRE O AUTOR

Fialho de Almeida

Fialho de Almeida nasceu em 1857, em Vila de Frades, Alentejo. De origens humildes, cedo veio para Lisboa estudar. Mas as voltas do destino levaram-no a trabalhar numa farmácia, ainda adolescente. Em 1885, licenciou-se em Medicina. Contudo, a profissão não o seduzia, e Fialho dedicou-se à escrita e ao jornalismo. Distingue-se como contista, tendo publicado as recolhas: Contos (1881), a sua estreia em livro, bem como A Cidade do Vício (1882), Lisboa Galante (1890) e O País das Uvas (1893). Em 1889, começa a escrever Os Gatos, publicação periódica de crítica e crónica, a sua obra mais conhecida. Morreu em Cuba, Alentejo, em 1911. Publicou ainda em vida: Pasquinadas (1890); Vida Irónica (1892), Madona do Campo Santo (1896); À Esquina (1903). Postumamente, foram editados: «Barbear, Pentear» (1911); Saibam quantos… (1912); Estâncias de Arte e de Saudade e Aves Migradoras (1921); Figuras de Destaque (1924); Actores e Autores e Vida Errante (1925); e Cadernos de Viagem: Galiza, 1905 (1996).

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