O Canto das Sirenes
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Lua de Papel, setembro de 2025 ‧
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SINOPSE
Todos nós já nos sentimos alheados da realidade, como se estivéssemos focados nas coisas erradas durante demasiado tempo. Às vezes, de telemóvel na mão, quase chocamos com outros zombies como nós, ou por pouco não somos atropelados. E observamos condescendentes a família, no restaurante, em que mesmo o bebé de colo tem um ecrã à frente… até ao momento em que uma vibração no nosso bolso nos desvia do ambiente em redor, e imediatamente nos conectamos.
Fazemo-lo sem querer. Alienámos quase por completo o nosso bem mais cobiçado - a atenção -, e oferecemo-lo às empresas que o querem capturar. E elas sabem como o fazer. A lógica do TikTok é a mesma das máquinas dos casinos: não há diferença entre puxar a alavanca e esperar a recompensa ou fazer scroll down…
As nossas mais vitais e profundas estruturas neurológicas, resultado de milhares de anos de evolução, são afinal facilmente manipuláveis. E os nossos impulsos sociais estão a ser metodicamente desviados para as empresas que vivem do nosso foco, de fazermos likes, da nossa audiência.
Chris Hayes sabe do que fala. Há mais de uma década que trabalha como pivot na MSNBC, a lutar todas as semanas, dias e minutos pelos i>ratings e clicks, a tentar manter os telespectadores agarrados ao ecrã.
Em O Canto das Sirenes, decidiu observar o mundo do outro lado, e oferecer um novo enquadramento do fenómeno. Percorre a história recente da humanidade, recuperando a figura de Ulisses enfeitiçado pelas sereias; parte daí para o poder irresistível das sirenes, explora a antropologia, biologia, neurologia e psicologia que fazem de nós presas fáceis da tecnologia. Avisa para o perigo imenso de desbaratarmos esse recurso limitado que é a atenção e sugere como nos protegermos.
Fazemo-lo sem querer. Alienámos quase por completo o nosso bem mais cobiçado - a atenção -, e oferecemo-lo às empresas que o querem capturar. E elas sabem como o fazer. A lógica do TikTok é a mesma das máquinas dos casinos: não há diferença entre puxar a alavanca e esperar a recompensa ou fazer scroll down…
As nossas mais vitais e profundas estruturas neurológicas, resultado de milhares de anos de evolução, são afinal facilmente manipuláveis. E os nossos impulsos sociais estão a ser metodicamente desviados para as empresas que vivem do nosso foco, de fazermos likes, da nossa audiência.
Chris Hayes sabe do que fala. Há mais de uma década que trabalha como pivot na MSNBC, a lutar todas as semanas, dias e minutos pelos i>ratings e clicks, a tentar manter os telespectadores agarrados ao ecrã.
Em O Canto das Sirenes, decidiu observar o mundo do outro lado, e oferecer um novo enquadramento do fenómeno. Percorre a história recente da humanidade, recuperando a figura de Ulisses enfeitiçado pelas sereias; parte daí para o poder irresistível das sirenes, explora a antropologia, biologia, neurologia e psicologia que fazem de nós presas fáceis da tecnologia. Avisa para o perigo imenso de desbaratarmos esse recurso limitado que é a atenção e sugere como nos protegermos.
CRÍTICAS
«Apresenta o diagnóstico da nossa crescente alienação social e aponta um caminho para a sanidade.»
David Grann, autor de Assassinos da Lua das Flores
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789892366579 |
| Editor: | Lua de Papel |
| Data de Lançamento: | setembro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 237 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 376 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Ideia Luminosa |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Psicologia
|
| EAN: | 9789892366579 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Interessante e esclarecedor
Ana Tavares
Muito interessante, pertinente e esclarecedor. Recomendo vivamente.
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