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My Blue Piano

de Else Lasker-Schüler
Livro eBook
Editor: SYRACUSE UNIVERSITY PRESS, novembro de 2015 ‧
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The poems collected in this bilingual volume represent the full range of Else Lasker-Schüler’s work, from her earliest poems until her death. Haxton’s translation embraces the poems’ lyrical imagery, remaining faithful to the poet’s vision while also capturing the cadence and rhythms of the poetry.

My Blue Piano

de Else Lasker-Schüler

Propriedade Descrição
ISBN: 9780815610564
Editor: SYRACUSE UNIVERSITY PRESS
Data de Lançamento: novembro de 2015
Dimensões: 140 x 216 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Coleção: Judaic Traditions In Literature, Music, And Art
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Poesia
EAN: 9780815610564

SOBRE O AUTOR

Else Lasker-Schüler

"Else Lasker-Shüler (1869-1945) é uma figura enigmática e única, no contexto das primeiras décadas do século XX e da poesia alemã do chamado 'Expressionismo', onde claramente não cabe. Desde os primeiros anos do século, quando, depois de um casamento burguês de pouca dura, começa a frequentar os meios da boémia berlinense (onde, com pouquíssimas exceções, só vai encontrar homens), até aos variados exílios, na Suíça e finalmente na Palestina (entre 1939 e 1945), o 'cisne negro de Israel', como lhe chamou Karl Kraus, é uma lenda da simbiose judaico-alemã que ela própria pretende encarnar, 'criatura de sonhos' e 'aparição' saída de mundos de fantasia para os quais arrasta por vezes alguns artistas e escritores, mais ou menos conhecidos, desses anos áureos do que podemos ver como o Modernismo alemão, entre 1910 e 1920 (entre outros, Franz Marc, o 'Cavaleiro Azul' e Ruben de Caná, Gottfried Benn, a quem chamava 'Giselheer, o Bárbaro', Karl Kraus, o 'Dalai-Lama', Georg Trakl). Estranheza, exotismo, fantasia sem limites e alguma ponta de loucura poderão ajudar a dar perfil a uma mulher que, oriunda de uma família de judeus assimilados e marcada por dois casamentos breves, cedo escolhe um caminho que a levará a inventar mundos próprios, alimentados pelas visões de um 'Oriente de Deus' - judeu, árabe, egípcio, oriental sem mais - que não tem paralelo em nenhum outro poeta da época. A inventar mundos e a assumir máscaras várias: Jussuf (José), príncipe de Tebas, Tino, princesa de Bagdad, Robinson, o índio 'Jaguar Azul'... A 'autobiografia' que fornece em 1919 ao organizador da mais célebre antologia de poesia do Expressionismo ('Menscheitsdämmerung'/ 'Aurora da Humanidade', de Kurt Pinthus) é sintomática da indistinção entre lenda e vida que marcará a existência e a obra de Else Lasker-Schüler: 'Nasci em Tebas (Egito), embora tenha visto a luz do mundo em Elberfeld, na Renânia. Fui à escola até aos onze anos, tornei-me Robinson, vivi cinco anos no Oriente, e desde então vegeto.'"
João Barrento, na apresentação do livro 'Baladas Hebraicas'

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