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Tierra De Los Hebreos, La

de Else Lasker-Schüler
idioma: espanhol
Editor: TRESMOLINS, junho de 2025 ‧
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Las muy acertadas impresiones del primer viaje de Else Lasker-Sch++ler a la Palestina bajo mandato británico, son una entusiasta reivindicación de su -«antesala del cielo-» y un conmovedor alegato por la paz y la convivencia entre los pueblos. La poeta muestra su visión de Palestina: un lugar de milagros, con impresionantes paisajes, venerables tradiciones y los más variopintos habitantes. Los encuentros con algunos de ellos âÇôel beduino del desierto, los rabinos abisinios o el cabalista Gershom ScholemâÇô, constituyen escenas memorables. Las ilustraciones que realizó la autora para el original alemán se incluyen en esta primera edición en castellano de La tierra de los hebreos y permiten descubrir a una gran dibujante.

Tierra De Los Hebreos, La

de Else Lasker-Schüler

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412714951
Editor: TRESMOLINS
Data de Lançamento: junho de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 226
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788412714951

SOBRE O AUTOR

Else Lasker-Schüler

"Else Lasker-Shüler (1869-1945) é uma figura enigmática e única, no contexto das primeiras décadas do século XX e da poesia alemã do chamado 'Expressionismo', onde claramente não cabe. Desde os primeiros anos do século, quando, depois de um casamento burguês de pouca dura, começa a frequentar os meios da boémia berlinense (onde, com pouquíssimas exceções, só vai encontrar homens), até aos variados exílios, na Suíça e finalmente na Palestina (entre 1939 e 1945), o 'cisne negro de Israel', como lhe chamou Karl Kraus, é uma lenda da simbiose judaico-alemã que ela própria pretende encarnar, 'criatura de sonhos' e 'aparição' saída de mundos de fantasia para os quais arrasta por vezes alguns artistas e escritores, mais ou menos conhecidos, desses anos áureos do que podemos ver como o Modernismo alemão, entre 1910 e 1920 (entre outros, Franz Marc, o 'Cavaleiro Azul' e Ruben de Caná, Gottfried Benn, a quem chamava 'Giselheer, o Bárbaro', Karl Kraus, o 'Dalai-Lama', Georg Trakl). Estranheza, exotismo, fantasia sem limites e alguma ponta de loucura poderão ajudar a dar perfil a uma mulher que, oriunda de uma família de judeus assimilados e marcada por dois casamentos breves, cedo escolhe um caminho que a levará a inventar mundos próprios, alimentados pelas visões de um 'Oriente de Deus' - judeu, árabe, egípcio, oriental sem mais - que não tem paralelo em nenhum outro poeta da época. A inventar mundos e a assumir máscaras várias: Jussuf (José), príncipe de Tebas, Tino, princesa de Bagdad, Robinson, o índio 'Jaguar Azul'... A 'autobiografia' que fornece em 1919 ao organizador da mais célebre antologia de poesia do Expressionismo ('Menscheitsdämmerung'/ 'Aurora da Humanidade', de Kurt Pinthus) é sintomática da indistinção entre lenda e vida que marcará a existência e a obra de Else Lasker-Schüler: 'Nasci em Tebas (Egito), embora tenha visto a luz do mundo em Elberfeld, na Renânia. Fui à escola até aos onze anos, tornei-me Robinson, vivi cinco anos no Oriente, e desde então vegeto.'"
João Barrento, na apresentação do livro 'Baladas Hebraicas'

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