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El Meu Piano Blau

de Else Lasker-Schüler
idioma: espanhol, catalão
Editor: ADESIARA, Janeiro de 2018 ‧
13,25€
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Publicat a Jerusalem menys de dos anys abans de la mort de l?autora, El meu piano blau es pot considerar el testament poètic d?Else Lasker-Schüler. Una vida bohèmia força enrevessada en amors, la dificultosa conjuntura de l?exili ?el 1938 el règim nazi la va privar de la nacionalitat alemanya?, la pèrdua d?amics i familiars, i, principalment, la mort per tuberculosi del seu únic fill quan només tenia vint-i-vuit anys, contrasten amb el poder il·limitat de l?esperança en aquests poemes extraordinaris, que es poden comptar, sens dubte, entre els més bells i colpidors que ens va deixar el segle passat.

El Meu Piano Blau

de Else Lasker-Schüler

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416948123
Editor: ADESIARA
Data de Lançamento: Janeiro de 2018
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788416948123

SOBRE O AUTOR

Else Lasker-Schüler

"Else Lasker-Shüler (1869-1945) é uma figura enigmática e única, no contexto das primeiras décadas do século XX e da poesia alemã do chamado 'Expressionismo', onde claramente não cabe. Desde os primeiros anos do século, quando, depois de um casamento burguês de pouca dura, começa a frequentar os meios da boémia berlinense (onde, com pouquíssimas exceções, só vai encontrar homens), até aos variados exílios, na Suíça e finalmente na Palestina (entre 1939 e 1945), o 'cisne negro de Israel', como lhe chamou Karl Kraus, é uma lenda da simbiose judaico-alemã que ela própria pretende encarnar, 'criatura de sonhos' e 'aparição' saída de mundos de fantasia para os quais arrasta por vezes alguns artistas e escritores, mais ou menos conhecidos, desses anos áureos do que podemos ver como o Modernismo alemão, entre 1910 e 1920 (entre outros, Franz Marc, o 'Cavaleiro Azul' e Ruben de Caná, Gottfried Benn, a quem chamava 'Giselheer, o Bárbaro', Karl Kraus, o 'Dalai-Lama', Georg Trakl). Estranheza, exotismo, fantasia sem limites e alguma ponta de loucura poderão ajudar a dar perfil a uma mulher que, oriunda de uma família de judeus assimilados e marcada por dois casamentos breves, cedo escolhe um caminho que a levará a inventar mundos próprios, alimentados pelas visões de um 'Oriente de Deus' - judeu, árabe, egípcio, oriental sem mais - que não tem paralelo em nenhum outro poeta da época. A inventar mundos e a assumir máscaras várias: Jussuf (José), príncipe de Tebas, Tino, princesa de Bagdad, Robinson, o índio 'Jaguar Azul'... A 'autobiografia' que fornece em 1919 ao organizador da mais célebre antologia de poesia do Expressionismo ('Menscheitsdämmerung'/ 'Aurora da Humanidade', de Kurt Pinthus) é sintomática da indistinção entre lenda e vida que marcará a existência e a obra de Else Lasker-Schüler: 'Nasci em Tebas (Egito), embora tenha visto a luz do mundo em Elberfeld, na Renânia. Fui à escola até aos onze anos, tornei-me Robinson, vivi cinco anos no Oriente, e desde então vegeto.'"
João Barrento, na apresentação do livro 'Baladas Hebraicas'

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