10% de desconto

Mi Corazon

de Else Lasker-Schüler
idioma: espanhol
Editor: Firmamento, maio de 2024 ‧
22,42€
20,18€
10% DESCONTO IMEDIATO
portes grátis
Considerado por la Deutsche Welle como uno de los cien libros alemanes más importantes del siglo XX, Mi corazón, hasta ahora inédito en español, pone patas arriba todas las convenciones asociadas al género epistolar para componer el exuberante retrato de una mujer moderna e insobornable sujeta a coyunturas llenas de pasión lúdica, libertad y poesía. A través de una serie de cartas autobiográficas dirigidas a su segundo marido, Herwarth Walden, editor de la revista de vanguardia Der Sturm, Lasker-Schüler decreta la muerte de su matrimonio y conduce a los lectores, con genuina mordacidad, por algunos de los enclaves más distintivos de la bohemia alemana de principios de siglo, como el Café des Westens, epicentro del Berlín expresionista. Enmascarándose bajo diversos personajes literarios, la autora teje toda una red de fantasías orientales (por la que circulan, metamorfoseados mediante apodos y caricaturas, destacados artistas, escritores y músicos como Oskar Kokoschka, Karl Kraus o Arnold Schönberg, entre otros) con el fin de informar a su marido de sus infidelidades y convertir así una crisis personal en la metáfora del fin de una era. Con Mi corazón, ilustrado por los dibujos de la propia autora, Lasker-Schüler nos regala una visión inolvidable de uno de los períodos artísticamente más vibrantes del Berlín anterior a la Primera Guerra Mundial.

Mi Corazon

de Else Lasker-Schüler

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412698169
Editor: Firmamento
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 135 x 215 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 148
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788412698169

SOBRE O AUTOR

Else Lasker-Schüler

"Else Lasker-Shüler (1869-1945) é uma figura enigmática e única, no contexto das primeiras décadas do século XX e da poesia alemã do chamado 'Expressionismo', onde claramente não cabe. Desde os primeiros anos do século, quando, depois de um casamento burguês de pouca dura, começa a frequentar os meios da boémia berlinense (onde, com pouquíssimas exceções, só vai encontrar homens), até aos variados exílios, na Suíça e finalmente na Palestina (entre 1939 e 1945), o 'cisne negro de Israel', como lhe chamou Karl Kraus, é uma lenda da simbiose judaico-alemã que ela própria pretende encarnar, 'criatura de sonhos' e 'aparição' saída de mundos de fantasia para os quais arrasta por vezes alguns artistas e escritores, mais ou menos conhecidos, desses anos áureos do que podemos ver como o Modernismo alemão, entre 1910 e 1920 (entre outros, Franz Marc, o 'Cavaleiro Azul' e Ruben de Caná, Gottfried Benn, a quem chamava 'Giselheer, o Bárbaro', Karl Kraus, o 'Dalai-Lama', Georg Trakl). Estranheza, exotismo, fantasia sem limites e alguma ponta de loucura poderão ajudar a dar perfil a uma mulher que, oriunda de uma família de judeus assimilados e marcada por dois casamentos breves, cedo escolhe um caminho que a levará a inventar mundos próprios, alimentados pelas visões de um 'Oriente de Deus' - judeu, árabe, egípcio, oriental sem mais - que não tem paralelo em nenhum outro poeta da época. A inventar mundos e a assumir máscaras várias: Jussuf (José), príncipe de Tebas, Tino, princesa de Bagdad, Robinson, o índio 'Jaguar Azul'... A 'autobiografia' que fornece em 1919 ao organizador da mais célebre antologia de poesia do Expressionismo ('Menscheitsdämmerung'/ 'Aurora da Humanidade', de Kurt Pinthus) é sintomática da indistinção entre lenda e vida que marcará a existência e a obra de Else Lasker-Schüler: 'Nasci em Tebas (Egito), embora tenha visto a luz do mundo em Elberfeld, na Renânia. Fui à escola até aos onze anos, tornei-me Robinson, vivi cinco anos no Oriente, e desde então vegeto.'"
João Barrento, na apresentação do livro 'Baladas Hebraicas'

(ver mais)

DO MESMO AUTOR