10% de desconto

El Septimo Dia

de Else Lasker-Schüler
idioma: espanhol
Editor: LIBROS DEL INNOMBRABLE, junho de 2024 ‧
18,35€
16,52€
10% DESCONTO IMEDIATO
portes grátis
La obra de Else Lasker-Schüler, por «irónico que parezca, también es la obra más alemana que conozco. Ninguno de los supuestos «poetas nacionales» de hoy en día sería capaz de escribir nada remotamente tan cercano a la verdadera naturaleza de Alemania y de su gente. Franz Werfel, citado en Norman Lebrecht. Else es la poetisa más lúcida desde Heine. Norman Lebrecht, Genio y ansiedad. Else Lasker-Schüler es «la poeta lírica más importante que Alemania ha tenido jamás», con un lenguaje «exuberante, fastuoso, tierno, un lenguaje moderno y dulce, brotado en cada giro desde el núcleo creador». Gottfried Benn

El Septimo Dia

de Else Lasker-Schüler

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417231507
Editor: LIBROS DEL INNOMBRABLE
Data de Lançamento: junho de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 135 x 200 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 130
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788417231507

SOBRE O AUTOR

Else Lasker-Schüler

"Else Lasker-Shüler (1869-1945) é uma figura enigmática e única, no contexto das primeiras décadas do século XX e da poesia alemã do chamado 'Expressionismo', onde claramente não cabe. Desde os primeiros anos do século, quando, depois de um casamento burguês de pouca dura, começa a frequentar os meios da boémia berlinense (onde, com pouquíssimas exceções, só vai encontrar homens), até aos variados exílios, na Suíça e finalmente na Palestina (entre 1939 e 1945), o 'cisne negro de Israel', como lhe chamou Karl Kraus, é uma lenda da simbiose judaico-alemã que ela própria pretende encarnar, 'criatura de sonhos' e 'aparição' saída de mundos de fantasia para os quais arrasta por vezes alguns artistas e escritores, mais ou menos conhecidos, desses anos áureos do que podemos ver como o Modernismo alemão, entre 1910 e 1920 (entre outros, Franz Marc, o 'Cavaleiro Azul' e Ruben de Caná, Gottfried Benn, a quem chamava 'Giselheer, o Bárbaro', Karl Kraus, o 'Dalai-Lama', Georg Trakl). Estranheza, exotismo, fantasia sem limites e alguma ponta de loucura poderão ajudar a dar perfil a uma mulher que, oriunda de uma família de judeus assimilados e marcada por dois casamentos breves, cedo escolhe um caminho que a levará a inventar mundos próprios, alimentados pelas visões de um 'Oriente de Deus' - judeu, árabe, egípcio, oriental sem mais - que não tem paralelo em nenhum outro poeta da época. A inventar mundos e a assumir máscaras várias: Jussuf (José), príncipe de Tebas, Tino, princesa de Bagdad, Robinson, o índio 'Jaguar Azul'... A 'autobiografia' que fornece em 1919 ao organizador da mais célebre antologia de poesia do Expressionismo ('Menscheitsdämmerung'/ 'Aurora da Humanidade', de Kurt Pinthus) é sintomática da indistinção entre lenda e vida que marcará a existência e a obra de Else Lasker-Schüler: 'Nasci em Tebas (Egito), embora tenha visto a luz do mundo em Elberfeld, na Renânia. Fui à escola até aos onze anos, tornei-me Robinson, vivi cinco anos no Oriente, e desde então vegeto.'"
João Barrento, na apresentação do livro 'Baladas Hebraicas'

(ver mais)

DO MESMO AUTOR