10% de desconto

Memorial de Aires

de Machado de Assis
Editor: Editora Guerra & Paz, março de 2025 ‧
15,00€
13,50€
10% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Derradeiro romance de Machado de Assis, Memorial de Aires é, para muitos, o mais autobiográfico dos livros do incomparável Bruxo do Cosme Velho, figura maior da literatura em língua portuguesa.

Único texto de Machado em formato de diário e segundo atribuído ao último dos seus autores ficcionais (que surgira no romance anterior, Esaú e Jacob), este é o «diário de lembranças» de José da Costa Marcondes Aires - aposentado diplomata e viúvo que aqui regista, com brio e inesgotável filosofia, as peripécias do seu pequeno círculo social, enquanto o Brasil assiste a dois dos acontecimentos fundamentais da sua cronologia: a abolição da escravatura e a proclamação da República.

Mosaico intimista sobre a família e a solidão, a velhice e a morte, este livro encerra o «quinteto carioca», expressão de Jorge de Sena para os cinco grandes romances da última fase machadiana, a que também pertencem Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899) e Esaú e Jacob (1904).

Publicado em 1908, poucos meses antes da morte do autor, brilha, lado a lado com os seus congéneres, com a ilustre melancolia e suprema deambulação que fazem de Machado de Assis um dos maiores génios da literatura universal.

Memorial de Aires

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895761685
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: março de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 232 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895761685

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU