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Maria Moisés

Livro de bolso

de Camilo Castelo Branco
Livro eBook
Editor: Penguin Clássicos, novembro de 2025 ‧
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Do fim trágico da história de amor entre Josefa da Lage e António Queirós que abre esta novela, nasce Maria Moisés, resgatada de uma cesta à deriva no rio Tâmega no mesmo dia em que a mãe é achada morta. Mas a violência do desfecho desta relação proibida no meio fechado e conservador do Minho do século XIX encontrará redenção na sua geração: a criança enjeitada, sem pai nem mãe, dedica a sua vida à salvação de outros que com ela partilharam a sorte do desamparo, contrariando assim um previsível destino literário de perdição moral.

No conflito entre perdição e salvação, entre amor e abandono, Maria Moisés, uma das oito Novelas do Minho que Camilo Castelo Branco publicou entre 1875 e 1877, é o retrato realista de um país que o autor nunca cessou de descrever em todas as suas dimensões.

«O leitor urbano mal imagina como são estes pais e maridos rurais quando lhes morrem as filhas ou as mulheres.»

Maria Moisés

Livro de bolso

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895890460
Editor: Penguin Clássicos
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 126 x 191 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895890460

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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