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Les Fleurs Du Mal

de Charles Baudelaire
idioma: francês
Editor: J'AI LU, março de 2004 ‧
2,20€
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Les fleurs du mal« Mon enfant, ma soeur, Songe à la douceur D'aller là-bas vivre ensemble ! Parce qu'il se complaît au seuil de la nuit, qu'il est cet homme témoin de l'éternelle misère, assailli d'angoisse devant le temps qui fuit et la vie qui s'use, Baudelaire s'étourdit, de rêves et d'espace.II voyage sur une chevelure, se joue des couleurs, célèbre le vin, se grise de lunes, se mire dans les yeux des chats et dans ceux, plus troubles, des femmes.Le vent, la vague, l'étoile, l'oiseau... Tout est prétexte à l'enivrement. Même le Mal, dont il extrait la Beauté, fait de sa poésie « une gerbe épanouie de mille fleurs »...

Les Fleurs Du Mal

de Charles Baudelaire

Propriedade Descrição
ISBN: 9782290339077
Editor: J'AI LU
Data de Lançamento: março de 2004
Idioma: Francês
Dimensões: 130 x 206 x 8 mm
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Coleção: Librio ; Poesie
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Poesia
Livros em Francês > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9782290339077

SOBRE O AUTOR

Charles Baudelaire

Baudelaire nasceu em Paris a 9 de abril de 1821, filho de François Baudelaire e da jovem Caroline. Após a morte do marido em 1827, esta desposou o comandante Aupick, mais tarde general e embaixador francês em Espanha, com quem Baudelaire cedo se incompatibilizaria. Ao atingir a maioridade reivindica a herança paterna, que irá desbaratar, consome ópio e haxixe (experiência que está na origem de Os Paraísos Artificiais, de 1860) e relaciona-se com a atriz Jeanne Duval. Conhecido principalmente pela sua poesia, Baudelaire também fez crítica literária e artística, ensaio, novelas e traduções, das quais se destaca uma parte substancial da obra de Edgar Alan Poe. Ficaram para as posteridade os seus livros O Pintor da Vida Moderna (1863), a obra póstuma O Spleen de Paris (1869) ou As Flores do Mal (1857), obra-prima da poesia moderna que escandalizou a sociedade francesa da época e condenou o autor ao banco dos réus. Com uma saúde já fragilizada pela sífilis, Baudelaire ficará paralisado após uma queda na igreja de St. Loup, acabando por morrer anos mais tarde, a 31 de agosto de 1867.

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