Le Nom De La Rose

de Umberto Eco
idioma: francês
Editor: GRASSET ET FASQUELLE, Janeiro de 2012 ‧
30,75€
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Rappel de l'histoire : C'est d'abord un roman policier, une enquête dans un lieu voué au silence et à la prière, admiré de tout l'Occident pour la science de ses moines et la ri-chesse de sa bibliothèque : une abbaye bénédictine située entre Provence et Ligurie. Un moine est assassiné, nous sommes en 1327. Arrive l'ex-inquisiteur Guillaume de Baskerville qui se voit prier par l'Abbé de découvrir au plus vite qui a poussé un de ses moines à se fracasser au pied des murailles. Tout advient en l'espace de sept jours (une mort violente par jour) dans l'enceinte de l'abbaye. A propos de cette nouvelle version revue et corrigée par l'auteur : - Les modifications éparses et variées n'en changent ni la structure narrative ni le style - qui est celui d'un chroni-queur du Moyen Age. Certaines répétitions, adjectifs ou incises inutiles ont été éliminés. De rares bévues ont été corrigées par exemple traduire cicerbite (qui est une sorte de chicorée) par courge - quand au Moyen Age la courge n'était pas encore connue. - Le latin était et demeure fondamental pour conférer à l'histoire sa saveur conventuelle. Cependant, certains pas-sages, où les citations nécessitaient l'emploi d'un diction-naire et nuisaient à la fluidité du récit, ont été modifiés. - " Pour le reste, comme je l'ai dit, il s'agit de variations faites non tant au profit du lecteur qu'à mon profit à moi de relecteur, pour que je me sente stylistiquement plus à mon aise... " .

Le Nom De La Rose

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9782246791638
Editor: GRASSET ET FASQUELLE
Data de Lançamento: Janeiro de 2012
Idioma: Francês
Dimensões: 210 x 295 x 15 mm
Páginas: 609
Tipo de produto: Livro
Coleção: Reflexions Faites
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782246791638

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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