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Las Poéticas De Joyce

de Umberto Eco
idioma: espanhol
Editor: LUMEN, novembro de 2012 ‧
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Uno de los análisis más exhaustivos y profundos de la obra de Joyce. Publicado primero como parte integrante de Obra abierta, en 1962, y luego, en 1982, en Italia, como obra independiente, revisada y ampliada por el propio Eco, el presente ensayo supone el punto de fusión del interés del autor por la estética medieval y por las corrientes de vanguardia que rompieron brutalmente con toda la tradición anterior. Es así que el presente ensayo aborda la estructura poética y lingüística de una de las obras más complejas e influyentes de la contemporaneidad, el Ulises de James Joyce. Las poéticas de Joyce no es solo un análisis profundo y exhaustivo de la novela, sino un estudio imprescindible de la teoría literaria de los últimos cien años. Reseña: «Uno de los pensadores más influyentes de nuestro tiempo.»Los Angeles Times

Las Poéticas De Joyce

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426421562
Editor: LUMEN
Data de Lançamento: novembro de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788426421562

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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