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Kaputt

Livro 1

de Curzio Malaparte
Editor: Publicações Europa-América, abril de 1984 ‧
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Kaputt, escrito de 1941 a 1943, foi publicado pela primeira vez em 1994.

O próprio autor escreveu acerca do título do livro que: «Nenhuma palavra poderia indicar melhor do que esta expressão alemã dura e quase misteriosa, que significa literalmente acabado, reduzido a migalhas, perdido, aquilo que nós somos, aquilo em que a Europa se tornou: um monte de destroços.»

Nesta patética crónica, «horrivelmente cruel e alegre», cada página é dominada pela guerra e pela morte. A descrição crua de horrores bélicos alterna com a descrição de jantares diplomáticos e de pomposas recepções na corte, tudo reflecte a agonia da Europa.

A livre e poderosa fantasia de Malaparte enriquece as realidades mais atrozes, tornando impossível estabelecer onde começa e onde acaba o paradoxo.

Kaputt

de Curzio Malaparte

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721012738
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 1984
Idioma: Português
Dimensões: 114 x 181 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Europa América
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 5601072409026
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Curzio Malaparte

Curzio Malaparte (pseudónimo de Kurt Erich Suckert) nasce em 1898, em Prato, perto de Florença. Aos dezasseis anos, em 1914, ainda a Itália não entrara na guerra, alista-se como voluntário no exército francês, recebendo a Cruz de Guerra com palma. Apoiante, numa fase inicial, do movimento fascista italiano e jornalista prolífico, Malaparte publica, em 1931, Técnica do Golpe de Estado, que lhe vale uma pena de prisão de cinco anos na ilha de Lipari.
Durante a II Guerra Mundial, ruma à Frente Leste como correspondente de guerra do Corriere della Sera, experiência essa que serve de mote para os seus livros mais célebres, Kaputt e A Pele. Depois da guerra, Malaparte, cujas afinidades políticas entretanto resvalam para a esquerda e cujo ateísmo se converte em catolicismo, continua a escrever, dedicando-se também ao teatro e ao cinema. Morre em 1957, em Roma.

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