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Técnica do Golpe de Estado

Livro 1

de Curzio Malaparte
Editor: Publicações Europa-América, abril de 1984 ‧
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Só pode defender o Estado quem conhece a arte de conquistar o Estado.

A arte de conquistar o poder é uma arte essencialmente militar: é a utilização da estratégia e táctica de guerra aplicadas à luta política.

Os parlamentos são vítimas e cúmplices dos golpes de Estado. Porque quando o inimigo a combater é a liberdade ou os parlamentos legalizam o golpe ou são dissolvidos - ou lhes acontece uma e outra coisa.

«Raramente um livro provocou tantas discussões, tantas paixões contrárias. Raras vezes um livro serviu tão bem, e gratuitamente, o Bem e o Mal.» Estas palavras de Malaparte reflectem fielmente as contraditórias e vivas reacções que estas obra suscitou, à esquerda e à direita. Uns viam nela um manual para a conquista violenta do poder. Outros, um manual para a defesa do Estado.

Técnica do Golpe de Estado

de Curzio Malaparte

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721021426
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 1984
Idioma: Português
Dimensões: 116 x 182 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 164
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Europa América
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 5601072408869
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Curzio Malaparte

Curzio Malaparte (pseudónimo de Kurt Erich Suckert) nasce em 1898, em Prato, perto de Florença. Aos dezasseis anos, em 1914, ainda a Itália não entrara na guerra, alista-se como voluntário no exército francês, recebendo a Cruz de Guerra com palma. Apoiante, numa fase inicial, do movimento fascista italiano e jornalista prolífico, Malaparte publica, em 1931, Técnica do Golpe de Estado, que lhe vale uma pena de prisão de cinco anos na ilha de Lipari.
Durante a II Guerra Mundial, ruma à Frente Leste como correspondente de guerra do Corriere della Sera, experiência essa que serve de mote para os seus livros mais célebres, Kaputt e A Pele. Depois da guerra, Malaparte, cujas afinidades políticas entretanto resvalam para a esquerda e cujo ateísmo se converte em catolicismo, continua a escrever, dedicando-se também ao teatro e ao cinema. Morre em 1957, em Roma.

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