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Já Não Se Escrevem Cartas de Amor

de Mário Zambujal
Editor: Clube do Autor, maio de 2018 ‧
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Com a escrita simples, acutilante e cheia de humor a que já nos habituou, Mário Zambujal traz-nos uma divertida história de paixões e desventuras, enquanto nos transporta para uma época de apetites e excessos. Um tempo em que havia tempo. Quando até se escreviam cartas de amor.

Já Não Se Escrevem Cartas de Amor

de Mário Zambujal

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897244278
Editor: Clube do Autor
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 238 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 196
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897244278

Já não se escrevem Cartas de Amor

S. Pereira

Um livro leve, muito bem escrito e que se lê de uma fiada. Mario Zambujal dá-nos aconhecer Duarte Rodrigo Soeiro Martins, que nos conta histórias da sua juventude na Lisboa dos anos 50, dos seus amores e desamores, das amizades e das ilusões.

Leitura Fácil

SP

Há algum tempo que tinha curiosidade de conhecer a escrita do autor e este foi o meu primeiro livro. De leitura muito fácil e emocionante, não queremos parar de ler, para conhecer a história de Duarte, sendo só ao cair do pano que o mistério é revelado. Sem dúvida que voltarei a comprar mais livros do autor, fiquei fã da sua escrita simples e cheia de humor.

Adorável

Patrícia Carvalho

Adorei este livro! É uma história de amor com muito humor à mistura. A escrita, embora simples e clara, tem algumas expressões próprias que nos ajudam a viajar à Lisboa dos anos 50 na qual se passa a narrativa. E o melhor é que só na penúltima frase do livro é desvendado o 'mistério'. Sublime! Aconselho vivamente

SOBRE O AUTOR

Mário Zambujal

Mário Joaquim Marvão Gordilho Zambujal (Moura, 5 de março de 1936 - Lisboa, 12 de março de 2026) foi um escritor e jornalista português.
Estreou-se na literatura em 1980 com a Crónica dos Bons Malandros, um livro que tem cativado sucessivas gerações de leitores e que foi adaptado ao cinema por Fernando Lopes e a uma série de televisão realizada por Jorge Paixão da Costa. Seguiram-se Histórias do Fim da Rua, À Noite Logo se Vê, Fora de Mão (uma coletânea de contos e crónicas), Primeiro as Senhoras, Uma Noite Não São Dias, Dama de Espadas, Longe É um Bom Lugar, Cafuné, O Diário Oculto de Nora Rute, Serpentina, Talismã, Romão e Juliana, Já Não se Escrevem Cartas de Amor, Então, Boa Noite, Rodopio, Fabíolo e Pirueta. Recebeu o Prémio Gazeta de Mérito, atribuído pelo Clube de Jornalistas em reconhecimento pela sua carreira.

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