Iracema

Lenda do Ceará

de José de Alencar
Editor: Nova Vega, novembro de 2018 ‧
Iracema é sem dúvida a obra-prima de José de Alencar, o mais talentoso e renomado vulto da ficção romântica brasileira. (…) Definida pelo autor como lenda ou mito da terra selvagem, recria poeticamente os primeiros passos da conquista portuguesa, ao contar a história da paixão despertada, na virgem ameríndia cujo nome dá título à obra, por Martim, um guerreiro português que chegara perdido às terras da sua tribo.
A união amorosa dos dois será fatal para Iracema, mas deixará como fruto uma criança — Moacir — em quem pela primeira vez se misturam naquele espaço os sangues da raça autóctone e do povo invasor. O argumento histórico do romance — as invasões francesas e a fundação por Martim Soares Moreno do primeiro núcleo de povoamento português no Ceará, no início do século XVII — é apenas a tela sobre a qual Alencar forja uma lenda que a crítica tem aplaudido como a mais bela criação ficcional do indianismo brasileiro do século XIX.
(Do Prefácio de Vânia P. Chaves)

Iracema

Lenda do Ceará

de José de Alencar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897500626
Editor: Nova Vega
Data de Lançamento: novembro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: Escola de Letras
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897500626

SOBRE O AUTOR

José de Alencar

José Martiniano de Alencar nasceu a 1 de maio de 1829 em Messejana, no Ceará, Brasil. Escritor, advogado, deputado, político, novelista e dramaturgo, foi também o fundador do romance de temática nacional e Ministro da Justiça durante o reinado de D. Pedro II.
Membro da Academia Brasileira de Letras, o seu percurso inclui obras como A Viuvinha, O Guarani, As Minas de Prata, entre muitas outras. Considerado o precursor do romantismo no Brasil, era um escritor de vários estilos. Contudo, é com a trilogia indianista (O Guarani, Iracema e Ubirajara) que alcança a notoriedade.
Após abandonar a carreira política e magoado com o imperador D. Pedro II, é vítima de tuberculose e viaja para a Europa com o intuito de encontrar tratamento, porém, sem sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro a 12 de dezembro de 1877, com 48 anos.

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