Histórias de Loucura Normal

(2ª Edição)

de Charles Bukowski
Livro eBook
Editor: Alfaguara Portugal, outubro de 2013 ‧
Com Bukowski, não há meio-termo: ou se ama ou se odeia. Estas histórias, inspiradas na sua própria vida, são tão selvagens e inusitadas quanto as histórias dos seus romances. Bukowski foi uma lenda no seu tempo. Louco, recluso, amante. Afável e mesquinho. Lúcido e insano. Sempre inesperado. Estas histórias excepcionais vêm directas do âmago de uma vida, a que viveu, marcada pela violência e pela depravação. Histórias de liberdade, tão profanas quanto sagradas. Da prostituição à música clássica, Bukowski faz, nestas Histórias de Loucura Normal, um retrato irado, apesar de terno, bem-humorado e inquietante, da vida marginal de Los Angeles, uma realidade obscura e perigosa que emoldurou a vida de um dos maiores autores de culto do século XX. Histórias, afinal, da loucura que espreita dentro de cada um de nós, que faz do corpo uma marioneta e que não desaparece senão com a morte.

«Um agitador profissional… representante da marginalidade de Los Angeles… Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.»
Newsweek

«Realismo sem artifícios, do padrinho da literatura marginal.»
Uncut

Histórias de Loucura Normal

(2ª Edição)

de Charles Bukowski

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896721701
Editor: Alfaguara Portugal
Data de Lançamento: outubro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 232 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896721701

Recomendo!

DP

Gostei muito de ler esta obra. No entanto, este e outros livros de Bukowski não são claramente para todos os leitores. Mas não se pode negar a espantosa força de uma escrita como esta. Aliás, uma das melhores coisas que destas histórias se retira é a posição do escritor perante a obra, a sua e a dos outros. É um livro que conta vidas de desencanto, que, apesar de tudo, nos mostra uma luminosidade intensa a brotar dos sítios mais negros e escuros. Intenso. A escrita, a bebida, o jogo e o sexo, são as linhas comuns a quase todo o livro, com textos que vão de 1967 a 1983, em várias explosões de uma força de escrever radical e extrema. Bukowski, e só.

Pequenas histórias

António Rodrigues

É assim, de vez em quando Bukowski oferecia estes pequenos contos aos leitores que não são mais que episódios da sua própria existência.

Obscuro

Carla

Cru, verdadeiro e hilariante, Bukowski transporta-nos para a realidade que Los Angeles não quer mostrar. Bom livro para quem nunca leu nada do autor e não é facilmente ofendido pela vida boémia e promíscua acompanhada de linguagem grosseira. Adorei e devorei.

Uma loucura normal.

Pedro Couto

É um livro de pequenos contos ideal para quem quer ter uma primeira ideia sobre Bukowski e gosta de ler pequenas histórias. O livro respeita o autor. E bom, autêntico, cruel, duro e verdadeiro. E uma loucura tornada normal.

Histórias da Loucura Normal

P.Fernandes

Gostei imenso, foi o primeiro livro que li deste autor, por mera curiosidade e fiquei cativado. Recomendo a todos os que gostem de uma escrita sem rodeios.

Histórias da Loucura Normal

PF

Livro genial!!! Um retrato elucidativo da vida de Charles Bukowski, recomendo vivamente.

SOBRE O AUTOR

Charles Bukowski

Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinquenta anos. Publicou o seu primeiro conto em 1944, quando tinha vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia com trinta e cinco anos. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, incluindo os romances Post Office (1971), Factotum (1975), Women (1978), Ham on Rye (1982), Hollywood (1989) e Pulp (1994). É um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e, possivelmente, o poeta americano mais influente e imitado de sempre.

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